Posts Tagged ‘sexo’

Mitos e tabus sexuais

Monday, January 25th, 2010

Temas relacionados a sexo são sempre polêmicos e causam controvérsias. Mas, afinal, o que é certo e o que é errado em termos de comportamento sexual? Saiba quais os mitos e tabus que devem ser derrubados.

MASTURBAÇÃO É DOENÇA, É PECADO?

A masturbação é um comportamento absolutamente normal e pode estar presente em qualquer idade. As fantasias vinculadas a ela e ao ato em si são fontes de culpa universais. É muito importante que os pais possam permitir esse comportamento a seus filhos, oferecendo-lhes a privacidade necessária, evitando que suas próprias vergonhas e repressões afetem o início da vida sexual de suas crianças e desmistificando velhas crenças, como as que dizem que quem se masturba fica louco, epiléptico, esquizofrênico e com anormal crescimento de pêlos nas mãos.

É necessário enfatizar que a masturbação é um ensaio essencial para a realização sexual do adulto.

Deve-se sempre respeitar a crença religiosa das pessoas, mas também saber que a masturbação já foi considerada pecado, no que tange ao desperdício de sêmen (esperma), e que o ato sexual deveria visar, sempre e apenas, a reprodução.

SEXO É DESGASTANTE?

Algumas pessoas acreditam que quanto mais se faz sexo, menos sexo vai sobrar para as relações futuras. Mas o sexo não gasta, não! O que ocorre é que há uma variação na freqüência sexual de acordo com a idade da pessoa. O hormônio responsável pelo desejo sexual é a testosterona. A produção dessa substância diminui um pouco com o passar dos anos, além de o próprio corpo ficar mais fatigado com a idade. Então, não deve existir preocupação com o número de ejaculações ou orgasmos na juventude. Isso não vai privar ninguém de sexo após os 40 anos, com certeza.

O HOMEM SEMPRE DEVE ESTAR APTO E PRONTO PARA O SEXO?

Existem uma cobrança e uma exigência social que impõem ao homem uma postura de urgência ao sexo. Ele sempre deve “estar pronto” (no sentido de obrigação mesmo). Não seria essa uma carga muito grande sobre os ombros dele?

A verdade é que isso também é um mito. O homem nem sempre está disponível para o sexo. Existe uma variância, conforme a idade e as características individuais. Normalmente o jovem tem maior disposição para o sexo e mais apoio social que a jovem mulher, para procurar alívio sexual. Na puberdade, apresenta maior freqüência de atividade sexual e de masturbação se comparado à mulher da mesma idade. Tem o período refratário curto (espaço entre uma ereção e outra) e ansiedade constante em ejacular. No homem mais velho, o período refratário aumenta, assim como a saciedade (satisfação sexual plena após atividade sexual). Pela manhã, devido ao período do sono, há maior tendência a ereções. Mas ao longo do dia, o desejo pode variar sendo absolutamente normal um homem não apresentar desejo sexual algum. Só surgem problemas maiores se ele “encucar”.

Fonte: www.fiquelinda.com.br/sexo/

Perguntas mais frequentes (mulheres)

Wednesday, January 13th, 2010

Fonte: http://www.sabermulher.com.br

- COMO FUNCIONA O CICLO MENSTRUAL?
O aparelho reprodutor feminino é controlado principalmente pelos hormônios sexuais – o estrogênio e a progesterona. Eles são fabricados pelos ovários.

Já nos ovários encontramos os folículos e aqui, os óvulos. Os folículos liberam cerca de 450 óvulos durante toda a vida reprodutiva da mulher. Um a cada ciclo menstrual.

Durante a relação sexual, milhões de espermatozóides são liberados e, rapidamente, direcionados para o útero até as trompas uterinas. Aqui, os espermatozóides se encontram com o óvulo maduro.

Se ocorrer a fecundação, o óvulo viaja para o útero e se aloja na sua parede interna. Esta já está preparada para receber e alimentar o embrião.

Ao ficar grávida, a camada interna do útero da mulher não se desprende e ela não menstrua. Não estando grávida, acontece exatamente o contrário: a camada interna do útero da mulher se desprende e causa sangramento. Um ciclo que ocorre, em média, a cada 28 dias. Chamamos este sangramento de menstruação.

O ciclo começa no primeiro dia da menstruação, quando alguns óvulos no ovário iniciam seu amadurecimento. Por ação dos estrogênios, a camada interna do útero cresce gradativamente.

Por volta do 14o ou 15o dia do ciclo, um dos óvulos alcança a maturidade. Ele é liberado do ovário e assim ocorre a ovulação.

Após a ovulação, o óvulo caminha pela trompa uterina e chega até o útero. Se ele não for fecundado por um espermatozóide, será eliminado.

Da ovulação até o final desse ciclo, além da produção de estrogênios há aumento da produção do hormônio progesterona que tem a função de preparar o útero para a gravidez.

Se ela não acontecer, a camada espessada do útero se desfaz e descama novamente. Nessa fase há baixos níveis de estrogênios e progestogênios. Assim começa um novo ciclo menstrual

- ESQUECI DE TOMAR A PÍLULA. E AGORA?
Se você ficar mais de um dia sem usar a pílula é prudente também adotar outro método preventivo (camisinha ou diafragma) até a próxima menstruação, mas não pare de tomar o contraceptivo.

Para não esquecer de tomar a pílula, tome sempre no mesmo horário. Mas, caso você esquecer de tomar uma pílula no horário habitual, tome assim que lembrar. E a pílula seguinte, no horário de costume, mesmo que você tenha que tomar duas pílulas num mesmo dia.

- NÃO MENSTRUAR PREJUDICA A SAÚDE?
O fato de não menstruar não implica em nenhum prejuízo para sua saúde. Certamente o principal benefício que você teria com esta terapia seria a melhora e até ausência das cólicas. Existem várias terapias para indução da amenorréia, inclusive o uso de anticoncepcional oral de forma contínua.

- EXISTE UMA PÍLULA QUE INDUZ A AMENORRÉIA?
Há um contraceptivo oral combinado (COC) que contém em sua formulação o etinilestradiol e o gestodeno. Esta pílula é destinada para uso contínuo com a finalidade de induzir amenorréia (suspensão da menstruação) propiciando os benefícios advindos desta terapia.

Como se trata de um COC, similar às demais pílulas convencionais, seus efeitos adversos são similares e compreendem principalmente cefaléia e sangramento irregular.

- PORQUE OCORRE SANGRAMENTO COM USO DE PÍLULA CONTÍNUA?
A pílula provoca alterações endometriais, que em algumas ocasiões leva a descamação endometrial, se manifestando por sangramento. Uma opção para evitar o sangramento é fazer uma pausa de sete dias para que esta descamação seja completa, e então, reiniciar outra cartela.

Vale lembrar, que a segurança contraceptiva está assegurada nesta situação. O principal efeito adverso com o uso do anticoncepcional de forma contínua é o sangramento irregular, que geralmente é bem tolerado e não causa inconvenientes ou riscos para a usuária.

O sangramento irregular é uma situação relativamente comum e ocorre com qualquer método hormonal utilizado de forma contínua. Geralmente este sangramento é escasso e autolimitado.

- FUMANTE PODE TOMAR PÍLULA?
A mulher tabagista e com mais de 35 anos é um fator que contra-indica o uso de pílulas combinadas (aquelas que apresentam estrogênio e progestogênio na sua formulação).

- POSSO ENGRAVIDAR NA PAUSA DE SETE DIAS?
Durante a pausa de sete dias do anticoncepcional não há qualquer possibilidade da mulher engravidar, uma vez que a ovulação foi bloqueada pelo uso da pílula. Atente para o fato de tomar a pílula sempre no mesmo horário e não esquecer de tomar nenhum comprimido, assim sua eficácia estará garantida.

- COMO CALCULO MEU CICLO MENSTRUAL?
Para se calcular o período fértil é necessário uma informação adicional, do tempo médio de duração do seu ciclo menstrual. Considera-se que o dia fértil ocorre aproximadamente 14 dias antes da data da menstruação esperada.

Tomando-se como exemplo a data que você refere como a última menstruação (17/03/2002) e considerando-se que seus ciclos duram em média 28 dias, o dia fértil seria 30/03/2002 (14 dias antes da data esperada para a próxima menstruação – 13/04/2002).

Lembre-se que para uma segurança maior considere três dias antes e 3 dias depois desta data, ou seja, do dia 27/03/2002 a 02/04/2002, este seria o seu “período fértil”.

- A PÍLULA AUMENTA AS MAMAS?
As mamas podem sofrer mudanças mesmo depois de atingida a idade adulta. Apesar da possibilidade de um certo aumento do volume mamário com o uso de pílulas anticoncepcionais, este efeito é transitório e não se indica pílulas com este propósito. A única maneira eficaz e indicada para aumento do volume das mamas é através de cirurgia plástica.

- A PÍLULA INTERFERE NA AMAMENTAÇÃO?
Durante a amamentação não é recomendado o uso de pílulas combinadas (aquelas que apresentam dois tipos de hormônios na sua composição). Durante a amamentação pode-se utilizar pílulas que apresentem apenas o componente progestogênico na sua fórmula.

- COMO POSSO DIMINUIR A DOR DURANTE RELAÇÃO?
Provavelmente a sensação de dor durante a relação (dispareunia), deve-se a uma questão de posição. Procure utilizar lubrificante vaginal se notar que não há lubrificação suficiente e tente uma posição que traga maior conforto. Outra dica procure esvaziar a bexiga antes e após as relações sexuais.

- POSSO BEBER ALCOOL USANDO A PÍLULA?
O uso de bebida alcoólica não interfere com a eficácia do anticoncepcional oral, portanto, desde que você tenha utilizado corretamente a pílula (sem esquecimento), não há motivo para preocupação.

- SINTO ARDOR APÓS A RELAÇÃO SEXUAL, ISSO É NORMAL?
O ardor vaginal após a relação sexual, não é normal. Deve estar ocorrendo algum processo inflamatório e/ou infeccioso da mucosa vaginal, originando este tipo de desconforto. Sugiro que você faça uma avaliação com seu ginecologista para solucionar este problema.

- É NORMAL TER CORRIMENTO APÓS TRANSA?
Durante o período de excitação sexual da mulher e durante o orgasmo ocorre aumento das secreções glandulares do epitélio de revestimento vaginal e cervical (colo do útero).

O “líquido branco” corresponde a estas secreções e é uma situação absolutamente normal.

Deve ser diferenciado das leucorréias (corrimento), que geralmente tem como característica uma coloração amarelada ou esverdeada, odor fétido e causam irritação vaginal (ardor e/ou prurido).

- É POSSÍVEL ENGRAVIDAR AOS 42 ANOS?
Aos 42 anos é possível a mulher engravidar, apesar da fertilidade ser menor nesta faixa etária. Quanto aos riscos da gravidez nesta idade, relacionam-se ao feto (> risco de malformações e S. de Down) e à mãe, devido às patologias clínicas que podem ocorrer com maior freqüência, como por exemplo, hipertensão arterial e diabetes gestacional.

- POSSO ENGRAVIDAR, MESMO TENDO OVÁRIOS POLICÍSTICOS?
Pacientes portadoras de síndrome dos ovários policísticos (SOP), podem apresentar uma dificuldade maior para engravidar devido à disfunção hormonal e anovulação. No entanto, algumas mulheres engravidam espontaneamente.

Pode-se, ainda, utilizar indutores da ovulação para o tratamento da SOP visando à gravidez.

- É NORMAL SENTIR ORGASMO SÓ NA MASTURBAÇÃO?
O fato é que muitas mulheres apresentam maior dificuldade e necessitam mais tempo para atingir o orgasmo com a penetração.

O clitóris, estrutura geralmente envolvida durante o ato de masturbação feminina, é um dos pontos mais sensíveis e erógenos da mulher, razão pela qual, você atinge mais facilmente o orgasmo com a estimulação desta região.

Talvez se você e seu parceiro investirem mais tempo nas “preliminares” e só então partirem para o coito, este problema poderá aos poucos ser superado.

- HÁ RISCO DE CONTAMINAÇÃO AO FAZER SEXO ANAL SEM CAMISINHA?
Sem dúvida alguma, existe risco para ambos os parceiros, no que diz respeito a infecções genitais, urinárias e doenças sexualmente transmissíveis. Sendo assim, nesta prática é especialmente recomendado o uso de preservativos.

Este texto foi retirado do site http://www.sabermulher.com.br/ com o objetivo de oferecer mais informação as pessoas com dúvidas.

Para mais informações acesse o site indicado e veja muito mais informações sobre sexo.

31 erros que os homens cometem na hora da transa

Wednesday, January 13th, 2010

Como todos acreditam que a Déia aqui é conselheira amorosa, e senhora das dicas infalíveis para conquistar a pessoa amada, ou mesmo, para dizer o que falar na hora da paquera, resolvi juntar tudo e criar dicas interessantes.

Muitas meninas me mandam e-mail reclamando que na hora do sexo seus parceiros erram em umas coisinhas, resolvi juntar todos os depoimentos e fazer um post especialmente para os meninos que frequentam esse blog, ou mesmo, para os que vem em busca dePriscila Pires.

São dicas simples, fácil de lembrar na hora do bem-bom e que vai fazer a diferença com a mulherada.

Então meninos do meu coração tente evitar as seguintes coisinhas:

1 - Pular as preliminares: ir direto ao ponto às vezes incomoda a mulher, ou seja, doí se meter a mão no seco;

2 - Beijá-la com força e sem sensibilidade: paixão é sempre bom, mas vá com calma. Dentista é caro pra colocar um dente novo;

3 - Ser muito bruto ao tocar as zonas erógenas: o clitóris é muito mais complexo do que o pênis. Tem que ir devagar, bem devagar;

4 - Dizer “não” às carícias: o segundo maior órgão sexual da mulher, depois de sua mente, é a sua pele. Beije!

5 - Chupar seus mamilos como um bebê: é divertido, mas é legal antes explorar o caminho pela auréola e pelo resto do seio. Tem movimentos mais sensuais acredite. Na duvida peça pra ela fazer em você;

6 - Morder a orelha dela: pode parecer sexy, mas talvez ela não pense o mesmo. Dói. Geralmente os homens se excitam mais que as mulheres nessa região;

7 - O famoso “chupão” no pescoço: não recomendado para maiores de 16 anos. É feio;

8 - Transar sem fazer a barba: você pode se sentir atraente, mas pinica.

9 - Não se lavar antes do sexo: não precisa exagerar, mas higiene é fundamental. E cheirosinho é uma delícia;

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10 - Esquecer-se que seu corpo também gosta de ser tocado: não economize carícias. Você só tem a ganhar.

11 - Passar os dedos debaixo da roupa íntima dela antes de ela estar pronta: não seja tão ansioso, porque incomoda. E você tem grandes chances de ficar na mão, literalmente;

12 – Jogar a camisinha no chão: que falta de glamour. O lugar certo é o lixo.

13 - Ter o clitóris como primeira opção: não é recomendável esquecer-se das regiões próximas a ele. Por exemplo as costas;

14 - Parar justamente quando ela pede para não parar: está indo bem, ela está curtindo, continue… continue… não para! não para!

15 - Ser desajeitado ao despi-la: concentre-se e não deixe de beijá-la.

16 - Tirar a própria roupa de forma ridícula: lembre-se de que na sua frente há outra pessoa. Uma linha muito tênue separa o engraçado do patético. Não esqueça as meiaspelamordeus;

17 - Esperar que ela tenha depilado a virilha: você pode gostar muito, mas para ela pode incomodar e coçar.

18 - Colocar um dedo dentro da vagina antes do tempo certo: a impaciência nunca funciona e geralmente deixa a mulher de mal humor;

19 - Avançar sem perguntar: não é questão de acabar com o elemento surpresa, mas é preciso saber entender o que o olhar dela diz.

20 - Tentar insistentemente a penetração no escuro sem êxito: ela pode te ajudar, não tenha vergonha, mulheres adoram colocar a mão na “massa

 

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21 - Achar que ela vai ficar de quatro: essa posição pode fazê-la se sentir como um objeto sexual, tem que ter certa intimidade para ter tal previlégio;

22 - Ir com força: comece com suavidade, e o ritmo será definido entre os dois.

23 - Ejacular muito rápido: ela deve se satisfazer primeiro.

24 - Ejacular ou perder a ereção ao colocar o preservativo: o primeiro é raro e, o segundo, questão de prática;

25 - Não falar com ela depois: pergunte se ela gostou, mulheres adoram ouvir palavras doces depois do sexo;

26 - Não fazer sexo oral se ela pedir: não seja preguiçoso, pois é muito prazeroso para ela. Se não gosta do odor ou do sabor…exsite chocolate pra quê? use a imaginação;

27 - Tentar convencê-la a fazer sexo oral em você: é desagradável, respeite-a, se ela tiver com vontade meu filho acredite… vai cair de boca;

28 - Forçar a cabeça dela enquanto ela faz sexo oral, é querer levar um tapa;

29 - Segurar a cabeça dela também não vale: não é tão ruim quanto o item anterior, mas pode agoniá-la e a mesma correr quilômetros de você;

30 - Ejacular na sua boca sem perguntar: o sêmen não é um manjar.

31 – Nunca, Jamais coloque o dedo no fiofo da menina sem ela sabe ou querer, isso acaba com qualquer tesão.

E para finalizar: ninguém nasceu com o dom de ler pensamentos então vamos brincar de conversar, conversando acabamos descobrindo o que nosso parceiro gosta e assim podemos fazer-los felizes. Camisinha sempre!

Fonte: www.mundo-afora.com

 

Os Dez Mandamentos do prazer feminino

Monday, February 9th, 2009

Êxtase, sensação de flutuar, perda de consciência… Esse tipo de orgasmo só existe nos filmes. O prazer sexual é algo que devemos buscar. Para isso, listamos as maiores dúvidas sobre sexualidade.

1. “Nunca tive um orgasmo”
Nosso prazer depende de nós mesmas, é algo que devemos buscar e é resultado do autoconhecimento e aprendizagem. Por isso, a masturbação pode ser uma boa forma de conhecer o corpo.

As possibilidades do corpo feminino são imensas. Não fique muito preocupada em chegar ao orgasmo, pois quanto mais relaxada estiver, mas fácil será obtê-lo. Também não faça do orgasmo o objetivo da relação sexual: aproveite cada momento.
2. Orgasmo vaginal e clitoriano
Todo o corpo da mulher é erógeno, ou seja, respondemos a carícias e podemos sentir prazer em qualquer parte do corpo. De fato, uma mulher pode ter um orgasmo por simples estimulação mental.

Muitas mulheres afirmam que só conseguem chegar ao orgasmo pela estimulação do clitóris ou da vagina. Mas isto não é uma regra. A maneira de sentir prazer varia de mulher para mulher e devemos explorar todas as áreas do corpo.
3. Como reconhecer um orgasmo
Cada mulher pode descrevê-lo de uma maneira diferente e são muitas as que não sabem que tiveram um ou não. Em geral, trata-se de uma sensação forte que se segue a um momento de grande excitação e que vem acompanhada de pequenas contrações na parede da vagina.

Depois disso, vem um momento de calma e uma breve sensação de saciedade. A mulher pode continuar aproveitando o sexo imediatamente e inclusive ter mais orgasmo ao longo da mesma relação sexual.
4. Fantasias sexuais
Todo mundo tem suas fantasias e sonhos eróticos, que não necessariamente quer pôr em prática, mas que ajudam a excitar e alimentar o desejo sexual.

Contar ou não ao parceiro é uma escolha pessoal. O importante é não se sentir culpada pelas fantasias. Mas se resolver contar, pode ser oportunidade para enriquecer o sexo e até reproduzir algumas delas…
5. Amo, mas não desejo
Uma mulher pode amar um homem e não sentir desejo sexual por ele e, ao mesmo tempo, pode se sentir atraída por um desconhecido. Erotismo e amor pertencem a esferas distintas.

Em muitos casos, o desejo pode ter desaparecido porque o parceiro já não a satifaz ou porque a relação caiu na rotina. Se for esta a situação, o melhor a fazer é conversar com ele.
6. Menstruação e gravidez
Manter ou não relações sexuais durante a menstruação depende de cada mulher (e do parceiro). Algumas se sentem incomodadas ou envergonhadas, enquanto outras têm até mais desejo durante este período.

Durante a gravidez, tudo depende de a mulher sentir desejo sexual, não ter problemas com a nova imagem do corpo ou não ter problemas físicos.

7. Sexo oral
Receber sexo oral é uma das maiores fontes de prazer da mulher. É preciso cuidado com a higiene, mas lembre que o homem se excita com o cheiro feminino.
8. Sexo anal
Em primeiro lugar, não faça se não quiser, apenas para agradar ao parceiro. Se quiser tentar, comece gradualmente, com pequenas carícias e use lubrificantes para facilitar a penetração.
9. Excesso de lubrificação
Algumas mulheres lubrificam muito durante a relação e, principalmente, durante o orgasmo. É perfeitamente normal e o líqüido é inócuo. Se sentir vergonha, converse com seu parceiro.
10. Sou uma boa amante?
Para saber se seu parceiro está sexualmente satisfeito, utilize a famosa intuição feminina. Veja como ele se sente, o que diz e faz. Seja receptiva e curiosa: incremente as brincadeiras com alimentos ou objetos, tente novas posições… E lembre que quanto mais você gostar, mais ele vai gostar.

Terra Espanha www.terra.com.br

 

Perguntas mais frequentes (Mulheres)

Tuesday, May 29th, 2007

Fonte:http://www.sabermulher.com.br

- COMO FUNCIONA O CICLO MENSTRUAL?
O aparelho reprodutor feminino é controlado principalmente pelos hormônios sexuais – o estrogênio e a progesterona. Eles são fabricados pelos ovários.

Já nos ovários encontramos os folículos e aqui, os óvulos. Os folículos liberam cerca de 450 óvulos durante toda a vida reprodutiva da mulher. Um a cada ciclo menstrual.

Durante a relação sexual, milhões de espermatozóides são liberados e, rapidamente, direcionados para o útero até as trompas uterinas. Aqui, os espermatozóides se encontram com o óvulo maduro.

Se ocorrer a fecundação, o óvulo viaja para o útero e se aloja na sua parede interna. Esta já está preparada para receber e alimentar o embrião.

Ao ficar grávida, a camada interna do útero da mulher não se desprende e ela não menstrua. Não estando grávida, acontece exatamente o contrário: a camada internado útero da mulher se desprende e causa sangramento. Um ciclo que ocorre, em média, a cada 28 dias. Chamamos este sangramento de menstruação.

O ciclo começa no primeiro dia da menstruação, quando alguns óvulos no ovário iniciam seu amadurecimento. Por ação dos estrogênios, a camada interna do útero cresce gradativamente.

Por volta do 14o ou 15o dia do ciclo, um dos óvulos alcança a maturidade. Ele é liberado do ovário e assim ocorre a ovulação.

Após a ovulação, o óvulo caminha pela trompa uterina e chega até o útero. Se ele não for fecundado por um espermatozóide, será eliminado.

Da ovulação até o final desse ciclo, além da produção de estrogênios há aumento da produção do hormônio progesterona que tem a função de preparar o útero para a gravidez.

Se ela não acontecer, a camada espessada do útero se desfaz e descama novamente. Nessa fase há baixos níveis de estrogênios e progestogênios. Assim começa um novo ciclo menstrual

- ESQUECI DE TOMAR A PÍLULA. E AGORA?
Se você ficar mais de um dia sem usar a pílula é prudente também adotar outro método preventivo (camisinha ou diafragma) até a próxima menstruação, mas não pare de tomar o contraceptivo.

Para não esquecer de tomar a pílula, tome sempre no mesmo horário. Mas, caso você esquecer de tomar uma pílula no horário habitual, tome assim que lembrar. E a pílula seguinte, no horário de costume, mesmo que você tenha que tomar duas pílulas num mesmo dia.

- NÃO MENSTRUAR PREJUDICA A SAÚDE?
O fato de não menstruar não implica em nenhum prejuízo para sua saúde. Certamente o principal benefício que você teria com esta terapia seria a melhora e até ausência das cólicas. Existem várias terapias para indução da amenorréia, inclusive o uso de anticoncepcional oral de forma contínua.

- EXISTE UMA PÍLULA QUE INDUZ A AMENORRÉIA?
Há um contraceptivo oral combinado (COC) que contém em sua formulação o etinilestradiol e o gestodeno. Esta pílula é destinada para uso contínuo com a finalidade de induzir amenorréia (suspensão da menstruação) propiciando os benefícios advindos desta terapia.

Como se trata de um COC, similar às demais pílulas convencionais, seus efeitos adversos são similares e compreendem principalmente cefaléia e sangramentoirregular.

- PORQUE OCORRE SANGRAMENTO COM USO DE PÍLULA CONTÍNUA?
A pílula provoca alterações endometriais, que em algumas ocasiões leva a descamação endometrial, se manifestando por sangramento. Uma opção para evitar o sangramento é fazer uma pausa de sete dias para que esta descamação seja completa, e então, reiniciar outra cartela.

Vale lembrar, que a segurança contraceptiva está assegurada nesta situação. O principal efeito adverso com o uso do anticoncepcional de forma contínua é osangramento irregular, que geralmente é bem tolerado e não causa inconvenientes ou riscos para a usuária.

sangramento irregular é uma situação relativamente comum e ocorre com qualquer método hormonal utilizado de forma contínua. Geralmente estesangramento é escasso e autolimitado.

- FUMANTE PODE TOMAR PÍLULA?
A mulher tabagista e com mais de 35 anos é um fator que contra-indica o uso de pílulas combinadas (aquelas que apresentam estrogênio e progestogênio na sua formulação).

- POSSO ENGRAVIDAR NA PAUSA DE SETE DIAS?
Durante a pausa de sete dias do anticoncepcional não há qualquer possibilidade da mulher engravidar, uma vez que a ovulação foi bloqueada pelo uso da pílula. Atente para o fato de tomar a pílula sempre no mesmo horário e não esquecer de tomar nenhum comprimido, assim sua eficácia estará garantida.

- COMO CALCULO MEU CICLO MENSTRUAL?
Para se calcular o período fértil é necessário uma informação adicional, do tempo médio de duração do seu ciclo menstrual. Considera-se que o dia fértil ocorre aproximadamente 14 dias antes da data da menstruação esperada.

Tomando-se como exemplo a data que você refere como a última menstruação (17/03/2002) e considerando-se que seus ciclos duram em média 28 dias, o dia fértil seria 30/03/2002 (14 dias antes da data esperada para a próxima menstruação – 13/04/2002).

Lembre-se que para uma segurança maior considere três dias antes e 3 dias depois desta data, ou seja, do dia 27/03/2002 a 02/04/2002, este seria o seu “período fértil”.

- A PÍLULA AUMENTA AS MAMAS?
As mamas podem sofrer mudanças mesmo depois de atingida a idade adulta. Apesar da possibilidade de um certo aumento do volume mamário com o uso de pílulas anticoncepcionais, este efeito é transitório e não se indica pílulas com este propósito. A única maneira eficaz e indicada para aumento do volume das mamas é através de cirurgia plástica.

- A PÍLULA INTERFERE NA AMAMENTAÇÃO?
Durante a amamentação não é recomendado o uso de pílulas combinadas (aquelas que apresentam dois tipos de hormônios na sua composição). Durante a amamentação pode-se utilizar pílulas que apresentem apenas o componente progestogênico na sua fórmula.

- COMO POSSO DIMINUIR A DOR DURANTE RELAÇÃO?
Provavelmente a sensação de dor durante a relação (dispareunia), deve-se a uma questão de posição. Procure utilizar lubrificante vaginal se notar que não há lubrificação suficiente e tente uma posição que traga maior conforto. Outra dica procure esvaziar a bexiga antes e após as relações sexuais.

- POSSO BEBER ALCOOL USANDO A PÍLULA?
O uso de bebida alcoólica não interfere com a eficácia do anticoncepcional oral, portanto, desde que você tenha utilizado corretamente a pílula (sem esquecimento), não há motivo para preocupação.

- SINTO ARDOR APÓS A RELAÇÃO SEXUAL, ISSO É NORMAL?
O ardor vaginal após a relação sexual, não é normal. Deve estar ocorrendo algum processo inflamatório e/ou infeccioso da mucosa vaginal, originando este tipo de desconforto. Sugiro que você faça uma avaliação com seu ginecologista para solucionar este problema.

- É NORMAL TER CORRIMENTO APÓS TRANSA?
Durante o período de excitação sexual da mulher e durante o orgasmo ocorre aumento das secreções glandulares do epitélio de revestimento vaginal e cervical (colo do útero).

O “líquido branco” corresponde a estas secreções e é uma situação absolutamente normal.

Deve ser diferenciado das leucorréias (corrimento), que geralmente tem como característica uma coloração amarelada ou esverdeada, odor fétido e causam irritação vaginal (ardor e/ou prurido).

- É POSSÍVEL ENGRAVIDAR AOS 42 ANOS?
Aos 42 anos é possível a mulher engravidar, apesar da fertilidade ser menor nesta faixa etária. Quanto aos riscos da gravidez nesta idade, relacionam-se ao feto (> risco de malformações e S. de Down) e à mãe, devido às patologias clínicas que podem ocorrer com maior freqüência, como por exemplo, hipertensão arterial e diabetes gestacional.

- POSSO ENGRAVIDAR, MESMO TENDO OVÁRIOS POLICÍSTICOS?
Pacientes portadoras de síndrome dos ovários policísticos (SOP), podem apresentar uma dificuldade maior para engravidar devido à disfunção hormonal e anovulação. No entanto, algumas mulheres engravidam espontaneamente.

Pode-se, ainda, utilizar indutores da ovulação para o tratamento da SOP visando à gravidez.

- É NORMAL SENTIR ORGASMO SÓ NA MASTURBAÇÃO?
O fato é que muitas mulheres apresentam maior dificuldade e necessitam mais tempo para atingir o orgasmo com a penetração.

O clitóris, estrutura geralmente envolvida durante o ato de masturbaçãofeminina, é um dos pontos mais sensíveis e erógenos da mulher, razão pela qual, você atinge mais facilmente o orgasmo com a estimulação desta região.

Talvez se você e seu parceiro investirem mais tempo nas “preliminares” e só então partirem para o coito, este problema poderá aos poucos ser superado.

- HÁ RISCO DE CONTAMINAÇÃO AO FAZER SEXO ANAL SEM CAMISINHA?
Sem dúvida alguma, existe risco para ambos os parceiros, no que diz respeito a infecções genitais, urinárias e doenças sexualmente transmissíveis. Sendo assim, nesta prática é especialmente recomendado o uso de preservativos.

Este texto foi retirado do site http://www.sabermulher.com.br/ com o objetivo de oferecer mais informação as pessoas com dúvidas.

Para mais informações acesse o site indicado e veja muito mais informações sobresexo

Dor nas primeiras relações sexuais

Wednesday, January 24th, 2007

Por: Dr. Claudecy de Souza
Psicólogo – CRP 06/69861
Terapeuta sexual
Analista do comportamento

… É muito comum eu receber perguntas abordando a dor nas primeiras relações sexuais das garotas. Elas ficam muito chateadas porque dizem que o sexo é gostoso, mas o que elas acabam sentindo na hora da relação é desconforto e dor. E então ficam perguntam se tem alguma coisa de errado com elas.

… Mas afinal, por que dói? Antes de responder essa questão, é importante falar que a vagina é composta por diversas estruturas, como inervações, vasos sanguíneos, pele, músculo. E essa musculatura é responsável pela flexibilidade ou o enrijecimento da vagina. Sendo assim, podemos dizer que a vagina tem a capacidade de se abrir o suficiente para permitir a entrada do pênis, e depois se fechar novamente.

… Se pensarmos na vagina de fora para dentro, logo na parte de fora, é possível ver os lábios os grandes e pequenos, depois o orifício da entrada da vagina, que é o começo do que chamamos de canal vaginal, é por onde o pênis vai entrar. Um pouco mais para dentro, aproximadamente 2 cm, o que varia de mulher para mulher, encontramos naquelas que ainda são virgens, o hímen, que nada mais é do que uma pele, com pouca inervação, o que significa que existe pouca sensibilidade. Passando adiante, seguindo o canal vaginal, lá no fundo, encontraremos o colo do útero.

… A grande maioria das pessoas acredita que dói nas primeiras relações sexuais, porque o hímen é rompido. Mas isso não é verdade. Como já expliquei acima, o hímen tem pouca inervação, logo, tem pouca sensibilidade, e por isso, não é a causa maior da dor. A dor do rompimento do hímen é muito pequena!

… Agora eu imagino que você deve estar confusa (o), não é mesmo? Afinal, sempre acreditou que a dor era por causa do rompimento do hímen.

… Então, por que dói, afinal? Dói porque a mulher não relaxa a musculatura vaginal o suficiente para permitir a entrada do pênis. É isso mesmo!

… O que acontece na maioria das vezes quando a mulher (o homem também) vai para as primeiras relações sexuais, é que ela está insegura, com medo, não sabendo direito o que fazer, como fazer, que momento fazer, se é permitido… e ainda tem o medo de engravidar, pois, afinal, na maioria das vezes se inicia a atividade sexual, escondido dos pais. Que situação… ah, também tem a preocupação de ter que agradar o parceiro, de fazer bonito.

… Diante dessa situação toda, a ansiedade fica muito alta, e assim, não se consegue relaxar, a musculatura vaginal fica muito contraída, rígida, e quando o rapaz tenta penetrar o pênis, forçando esses músculos para entrar, o que ocorre é a dor. Com o tempo e a prática, as mulheres vão aprendendo a relaxar mais, e com isso, a dor vai sumindo e dando lugar ao prazer.
Fonte: www.adolescente.psc.br
Dr. Claudecy de Souza
Psicólogo – CRP 06/69861
Terapeuta sexual
Analista do comportamento

 

A Orientação Sexual como Sistema de Prevenção de Saúde

Friday, December 22nd, 2006

Diante de inúmeros problemas de saúde pública que poderiam ser contornados com projetos de prevenção adequados, fica evidente a necessidade de investimento em Orientação Sexual. De acordo com uma pesquisa do Instituto DataFolha realizada em dez capitais brasileiras e divulgada em junho de 1993, 86% das pessoas ouvidas são favoráveis à inclusão de Orientação Sexual nos currículos escolares. Apesar disto, somente 32% dos pais conversam sobre sexo com seus filhos e metade deles nunca chegaram a tocar neste assunto. Alguns anos antes, a Editora FTD realizou uma pesquisa enviando carta-resposta comercial para dez mil professores. Das cartas respondidas, 84,3% acham que não tiveram boa educaçãosexual ou a tiveram mais ou menos, contra 13% que se declararam satisfeitos. Para 42,8%, as pessoas mais procuradas para conversar eram amigos e colegas, sendo que somente 6,2% procuravam os pais ou orientadores da escola. A grande maioria declarou que não era permitido falar de sexo na escola onde estudara.

Diante desta realidade, “Guia de Orientação Sexual – Diretrizes e Metodologia”, traduzido e adaptado do original “Guidelines for Comprehensive Sexuality Education”, pelo Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual, Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS e Centro de Estudos e Comunicação em Sexualidade e Reprodução Humana, conclui que apesar de todos perceberem a sua necessidade, o trabalho de Orientação Sexual ainda é muito incipiente no país, mesmo que já se tenham passado alguns anos desde a realização destas pesquisas. De lá para cá, muito se avançou, principalmente com a conscientização de realidades muito duras, como a disseminação da AIDS, que provocaram uma avalanche de ONGs (Organizações Não-Governamentais) e campanhas na mídia que falavam de sexualidade. Ainda assim, o debate sobre os modelos de prevenção, o papel das escolas, dos governos, da mídia e das famílias continua em pauta. “A discrepância entre a prática e os desejos da população passam por razões diversas na rede pública e particular. Tem que existir, em primeiro, uma vontade política (por parte dos governantes) de assumir programas desse tipo. Isso implica reconhecer como prioridade investimentos na área da saúde e educação da criança e do adolescente”, define o Guia.

O que é educação sexual

Cabe, em primeiro lugar, definir Orientação Sexual. Segundo o programa Multirio, do Governo do Rio de Janeiro, a Orientação Sexual caracteriza-se, inicialmente, “por um conjunto de orientações desenvolvidas de forma assistemática sobre sexualidade”. Este processo, prossegue o texto publicado na página governamental, “é global, não intencional, e envolve toda a ação exercida sobre o indivíduo, no seu cotidiano, desde o nascimento, com repercussão direta ou indireta sobre a sua vida sexual, ao longo da vida”.

A Educação Sexual, de acordo com o Multirio, pode ser tanto informal quanto formal. A informal, surge no seio da família e tende a reproduzir nos jovens, conforme o órgão carioca, os padrões de moralidade, numa dada sociedade. Além disso, a veiculação de informações citadas pelos meios de comunicação de massa (jornais, revistas, TV, rádio, etc) também podem ser consideradas partes integrantes de uma educação informal sobre sexualidade.

A Educação Sexual considerada formal, por outro lado, “ganha o espaço institucional das escolas e centros comunitários, sob a forma de ações, programas e projetos deliberados. Esta abordagem também pode reafirmar conceitos ou, numa segunda visão, promover a difusão de informações relativas à sexualidade, acompanhadas de questionamentos e discussão sobre a sexualidade”, explica o órgão governamental.

Estes conceitos vão se subdividindo e tornando-se ainda mais complexos na explicação do Multirio. Eles distinguem, por exemplo, dois novos conceitos de educação sexual, segundo outros autores: o primeiro se denomina intelectual e preocupa-se com conceitos e clarezas de definições. O outro é mais combativo e procura recrutar para as lutas mundiais de transformação dos padrões de relacionamento sexual.

O programa de Educação Ambiental e Saúde da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro considera a educação sexual como “o conjunto de teorias ou práticas, formais ou informais, que abordam, numa perspectiva educativa, aspectos da sexualidade humana com crianças e adolescentes”. Para a secretaria carioca, o objetivo de um trabalho de educação sexual é “permitir que crianças e adolescentes entendam a sexualidade como aspecto positivo e natural da vida humana, propiciando-se a livre discussão de normas e padrões de comportamento em relação ao sexo e o debate das atitudes pessoais frente a própria sexualidade”.

Segundo o Guia de Orientação Sexual, o trabalho de Orientação Sexual procura “ajudar crianças e adolescentes a terem uma visão positiva da sexualidade, a desenvolverem uma comunicação clara nas relações interpessoais, a elaborarem seus próprios valores a partir de um pensamento crítico, a compreenderem o seu comportamento e o do outro e a tomarem decisões responsáveis a respeito de sua vida sexual, agora e no futuro”.

A AIDS como justificativa para a Orientação Sexual

Com o advento da AIDS, ficou mais do que evidente a necessidade de investimentos em prevenção, visto ser esta a única forma disponível para conter a epidemia. A Orientação Sexual ganhou força como política pública de saúde a partir desta realidade, sendo necessário, portanto, entender sua extensão e impacto na disseminação deste tema nos currículos escolares e nas conversas em família, além da sua constante presença na mídia. Na dissertação de Mestrado “Escola e AIDS: Um olhar para o sentido do trabalho do professor na prevenção à AIDS”, na PUC/SP, do psicólogo Marcelo Sodelli, diretor técnico do Netpsi – Núcleo de Estudos e Temas em Psicologia, consta que o Ministério da Saúde, em 1996, divulgava que o Brasil contava com 62.634.791 habitantes com idade entre 5 e 24 anos, sendo que 47 milhões são alfabetizados e 15 milhões não freqüentam a escola.

Por outro lado, a partir do segundo boletim epidemiológico de 1999, Marcelo mostra que dos 155.590 casos de Aids notificados desde o início da epidemia até fevereiro daquele ano, 41.678 referem-se às faixas etárias compreendidas entre o nascimento e a idade de 29 anos e a maior parte dos casos vêm ocorrendo entre pessoas de 20 a 40 anos de idade, sendo que a transmissão do HIV vem ocorrendo principalmente pela via sexual e através do uso compartilhado de seringas ou agulhas entre usuários de drogas injetáveis.

Paralelamente, explica Marcelo, a gestação indesejada na adolescência vem aumentando consideravelmente, o que desencadeia um maior número de abortos e amplia a problemática entre as adolescentes de baixa renda. Além disso, a alta incidência das DSTs nesta faixa etária indica a prática sexual desprotegida, ou seja, sem uso de preservativo.

“Analisando todos estes dados, percebemos que os adolescentes têm se mostrado despreparados para elaborar assuntos referentes à sexualidade, criando barreiras para a promoção da sua saúde sexual, tornando-se mais propensos à sérios problemas”, considera Marcelo, que já trabalhou em diversos programas de Orientação Sexual e de Prevenção à AIDS. Em sua tese, ele indica que “a falta de diálogo familiar, a crescente oferta de drogas (lícitas e ilícitas), a sensação de invulnerabilidade, a suscetibilidade às pressões grupais, e a transgressão são alguns aspectos determinantes da vulnerabilidade individual, institucional e social dessa população”.

Como solução, Marcelo levanta que, baseado em todos estes dados, a escola é o melhor espaço para realizar trabalhos preventivos para esta faixa etária. Ele lembra, em sua tese, o que afirma o Ministério da Educação:

“Devido ao tempo de permanência dos jovens nas escolas e às oportunidades de trocas, convívio social e relacionamentos amorosos, a escola não pode se omitir frente à relevância dessas questões, constituindo-se em local privilegiado para a abordagem da prevenção às doenças sexualmente transmissíveis / AIDS .”

Marcelo lembra ainda que também a Organização Mundial de Saúde (1989) considera que a escola é um dos principais centros para a educação no setor de saúde. “Ao criar esse espaço de socialização do saber, estaria contribuindo para a promoção e divulgação de medidas preventivas ao combate à AIDS”, diz.

Copyright 2000 eHealth Latin America

Fonte: http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=3738&ReturnCatID=1781

Impotência

Friday, December 22nd, 2006

Mito Masculino – Temor de Desempenho

Vivemos ainda em uma sociedade muito machista, infelizmente para todos nós. Para os homens, em especial, existe uma pressão desenfreada para a atividade sexual predatória. O que caiu na rede é peixe! E existe, por sinal, um mito milenar de que os homens estão sempre aptos ao sexo, independente de qualquer outro fator. Devem sempre estar com desejo, devem ter plena ereção e não falhar jamais.

Essa situação é um peso muito grande para os ombros de qualquer um. A bem da verdade, qual o homem ao qual nunca lhe faltou potência?

Qual a mulher cujo parceiro já não perdeu a ereção alguma vez na vida?

É necessário desmistificar essa situação. A impotência (disfunção erétil) só se torna um problema ou uma doença quando ela predomina na vida sexual de um homem. Ou seja, quando há uma incapacidade persistente ou recorrente (repetida) de manter uma ereção até a conclusão da atividade sexual. Alguns se queixam de falta completa de rigidez para conseguir uma penetração. Outros conseguem ter o pênis rijo, mas na hora de introduzi-lo perdem a potência.

Atenção! a eventual ocorrência de perda de ereção não é considerada impotência.

O que causa a perda da ereção?

As pesquisas são contraditórias: algumas apontam que 90% da impotência tem causa emocional.

- O estresse do dia-a-dia.
- A discórdia conjugal.
- A falta de atração pela parceira.
- A ansiedade ou depressão.
- O temor de não desempenhar o sexo adequadamente.
- Conflitos emocionais antigos.
- Culpa e repressões sexuais.

São algumas das causas psíquicas comuns.

Outros trabalhos científicos relatam que a disfunção erétil nos homens é, na maioria dos casos, orgânica, principalmente quando o homem tem mais que 50 anos.

- A deficiência de alguns hormônios masculinos como a testosterona.
- Excesso de prolactina.
- A presença de algumas doenças como o diabete melito.
- O uso de medicações que combatem a hipertensão.
- A anormalidade vascular peniana.

São fatores orgânicos importantes a serem levados em consideração na avaliação dessa disfunção sexual.

E tem cura?

Podemos pensar que há uma soma desses fatores orgânicos e emocionais na determinação da impotência. Para o tratamento, então, devemos combinar algumas técnicas terapêuticas para obtenção de maior sucesso.

Após alguns exames de rotina, detectamos a presença ou não de algum problema orgânico. Por exemplo, se há falta de testosterona, podemos repor através de uso de medicação. Se há problema vascular ou neurológico, podemos até indicar cirurgia ou colocação de prótese. Entretanto, tais métodos mais evasivos são de última escolha no tratamento da impotência, só utilizados quando quaisquer outros métodos já falharam completamente.

Quando não há muitos achados positivos nos exames, podemos empregar um tipo de tratamento psicológico, denominado psicoterapia cognitivo-comportamental, que é baseado em tarefas sexuais progressivas e orientação.

O uso concomitante de algumas medicações que provocam a ereção tem elevado o sucesso terapêutico em muitos casos. Entretanto, os mesmos nunca devem ser utilizados sem acompanhamento médico especializado.

 

A paixão sem mistérios? A anatomia, a química e a biologia do amor

Friday, December 22nd, 2006

“Então de repente, no bar, na festa, na praia, na fila do banco – não importa -, os olhos se encontram. Primeiro uma ansiedade, um calor no peito que logo se espalha em calafrios que procuramos disfarçar. Um leve suor nas mãos. No primeiro encontro, os lábios ressecam um pouco antes do primeiro beijo, as palavras tremem embaraçadas em pensamentos confusos. Joelhos que mal sustentam o peso do corpo. Esquecemos do mundo lá fora em eternas horas de silenciosa saudade ao telefone, perfumadas com aquela inquietude própria dos amantes… ”

Introdução

Quem nunca sentiu coisa parecida? Pois os cientistas – sempre eles! – querem nos convencer que toda esta áurea sedutora de mistério que envolve os assuntos do coração não passa de uma meia dúzia de manifestações anatômicas e equações bioquímicas. Até onde a ciência pode realmente traduzir em números e estatísticas aquilo que para muitos de nós é a verdadeira essência dos céus na Terra: o Amor?

Primeiro, definindo o amor

O amor é uma experiência consumptiva. Mergulhamos euforicamente nesta deliciosa tortura e não comemos ou dormimos direito. Freqüentemente, é difícil manter a concentração. A Dra. Donatella Marazziti, psiquiatra da Universidade de Pisa, acredita que pessoas “doentes de amor” estejam realmente doentes: sofrem de um distúrbio obsessivo-compulsivo. Inegavelmente, paixão e psicose obsessiva-compulsiva compartilham diversos aspectos comuns. E isto não é meramente uma teoria sem fundamentos: “ambos estados associam-se a baixos níveis cerebrais de serotonina, uma substância química fabricada pelo corpo que nos ajuda a lidar com situações estressantes”, afirma a médica.

Uma segunda descoberta do trabalho da Dra. Marazziti e não menos importante merece ser mencionada: bebidas alcoólicas também diminuem os níveis de serotonina no cérebro, criando a ilusão de que a pessoa do outro lado do bar é o amor da sua vida. Portanto, cuidado com as noitadas.

Que seja eterno enquanto dure

Existe um limite de tempo para homens e mulheres sentirem os arroubos da paixão? Segundo a professora Cindy Hazan, da Universidade Cornell de Nova Iorque, sim. Ela diz: “seres humanos são biologicamente programados para se sentirem apaixonados durante 18 a 30 meses”. Ela entrevistou e testou 5.000 pessoas de 37 culturas diferentes e descobriu que o amor possui um “tempo de vida” longo o suficiente para que o casal se conheça, copule e produza uma criança. “Em termos evolucionários,” – ela completa – “não necessitamos de corações palpitantes e suores frios nas mãos”.

A pesquisadora identificou algumas substâncias responsáveis pelo Amor: dopamina, feniletilamina e ocitocina. Estes produtos químicos são todos relativamente comuns no corpo humano, mas são encontrados juntos apenas durante as fases iniciais do flerte. Ainda assim, com o tempo, o organismo vai se tornando resistente aos seus efeitos – e toda a “loucura” da paixão desvanece gradualmente – a fase de atração não dura para sempre. O casal, então, se vê frente a uma dicotomia: ou se separa ou habitua-se a manifestações mais brandas de amor – companheirismo, afeto e tolerância -, e permanece junto. “Isto é especialmente verdadeiro quando filhos estão envolvidos na relação”, diz a Dra. Hazan.

Os homens parecem ser mais susceptíveis à ação das substâncias responsáveis pelas manifestações associadas ao Amor. Eles se apaixonam mais rápida e facilmente que as mulheres. E a Dra. Hazan é categórica quanto ao que leva um casal a se apaixonar e reproduzir: “graças à intensidade da ilusão romanceada que temos do Amor, achamos que escolhemos nossos parceiros, mas a verdade é conhecida até mesmo pelos zeladores dos zoológicos: a maneira mais confiável de se fazer com que um casal de qualquer espécie reproduza é mantê-los em um mesmo espaço durante algum tempo” – que o digam os processos de assédio sexual no local de trabalho…

Com base em pesquisas da Dra. Helen Fisher, antropologista da Universidade Rutgers e autora do livro The Anatomy of Love, pode-se fazer um quadro com as várias manifestações e fases do amor e suas relações com diferentes substâncias químicas no corpo:

Manifestação Conceito Substância mais associada
Luxúria Desejo ardente por sexo - Testosterona
Atração Amor no estágio de euforia, envolvimento emocional e romance - Altos níveis de Dopamina e norepinefrina
- Baixos níveis de serotonina
Ligação Atração que evolui para uma relação calma, duradoura e segura - Ocitocina e vasopressina

Fórmulas do Amor: a paixão é uma reação química?

Os cientistas conhecem a Feniletilamina (um dos mais simples neurotransmissores) há cerca de 100 anos, mas só recentemente começaram a associá-la ao sentimento de Amor. Ela é uma molécula natural semelhante à anfetamina e suspeita-se que sua produção no cérebro possa ser desencadeada por eventos tão simples como uma troca de olhares ou um aperto de mãos.

O affair da feniletilamina com o Amor teve início com uma teoria proposta pelos médicos Donald F. Klein e Michael Lebowitz, do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova Iorque. Eles sugeriram que o cérebro de uma pessoa apaixonada continha grandes quantidades de feniletilamina e que esta substância poderia responder, em grande parte, pelas sensações e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados.

A Dra. Helen Fisher demonstrou que a inconstância, a exaltação, a euforia, e a falta de sono e de apetite associam-se a altos níveis de dopamina e norepinefrina, estimulantes naturais do cérebro.

Alguns pesquisadores afirmam que exalamos continuamente, pelos bilhões de poros na pele e até mesmo pelo hálito, produtos químicos voláteis chamados Feromônios. Atualmente, existem evidências intrigantes e controvertidas de que os seres humanos podem se comunicar com sinais bioquímicos inconscientes. Os que defendem a existência dos feromônios baseiam-se em evidências mostrando a presença e a utilização de feromônios por espécies tão diversas como borboletas, formigas, lobos, elefantes e pequenos símios. Os feromônios podem sinalizar interesses sexuais, situações de perigo e outros. Se realmente existirem na espécie humana e sua percepção se der de maneira inconsciente, estaríamos permanentemente emitindo informações acerca de nossas preferências sexuais e desejos mais obscuros sem saber?

Os defensores da Teoria dos Feromônios vão ainda mais longe: dizem que o “amor à primeira vista” é a maior prova da existência destas substâncias controvertidas. Os feromônios – atestam – produzem reações químicas que resultam em sensações prazerosas. À medida em que vamos nos tornando dependentes, a cada ausência mais prolongada nos dizemos “apaixonados” – a ansiedade da paixão, então, seria o sintoma mais pertinente da Síndrome de Abstinência de Feromônios.

Com ou sem feromônios, é fato que a sensação de “amor à primeira vista” relaciona-se significativamente a grandes quantidades de feniletilamina, dopamina e norepinefrina no organismo. E voltamos à questão inicial: até que ponto a paixão é simplesmente uma reação química ?

O amor por cima das teorias

Apesar de todas as pesquisas e descobertas, existe no ar uma sensação de que a evolução, por algum motivo, modificou nossos genes permitindo que o amor não-associado à procriação surgisse – calcula-se que isto se deu há aproximadamente 10.000 anos. Os homens passaram realmente a amar as mulheres, e algumas destas passaram a olhar os homens como algo mais além de máquinas de proteção.

A despeito de todos os tubos de ensaio de sofisticados laboratórios e reações químicas e moléculas citoplasmáticas, afinal, deve haver algo mais entre o céu e a terra…

Copyright © 2002 Bibliomed, Inc.

Fonte: http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=4143&ReturnCatID=1781

 

Receita de como fazer sexo

Tuesday, December 19th, 2006

Ingredientes:

- 04 olhos

- 04 pernas

- 04 braços
- 02 pacotes de leite
- 02 ovos
- 01 tigela
- 01 banana

Modo de preparar:

1- olhe dentro dos olhos;
2- com os braços, abrir as pernas;
3- aperte e massageie os pacotes de leite delicadamente;
4- coloque suavemente a banana na tigela, retirando-a logo em seguida.

Repita o procedimento até adquirir consistência cremosa.
Obs: para melhores resultados, continuar massageando os pacotes de leite.

5- ao elevar-se a temperatura, mergulhe a banana profundamente na tigela,
cubra com os ovos e deixe-a umedecer preferencialmente. NÃO pernoitar.O bolo
estará pronto quando a banana amolecer. Caso isso não ocorra, repita os
passos de 3 a 5 ou troque de tigela.

Observações:
- se você se encontra em uma cozinha que lhe é estranha, lave bem os utensílios
antes e após o uso;
- não lamba a tigela
- caso o bolo cresça, fuja…
Fonte: www.google.com.br