Mitos e tabus sexuais

Temas relacionados a sexo são sempre polêmicos e causam controvérsias. Mas, afinal, o que é certo e o que é errado em termos de comportamento sexual? Saiba quais os mitos e tabus que devem ser derrubados.

MASTURBAÇÃO É DOENÇA, É PECADO?

A masturbação é um comportamento absolutamente normal e pode estar presente em qualquer idade. As fantasias vinculadas a ela e ao ato em si são fontes de culpa universais. É muito importante que os pais possam permitir esse comportamento a seus filhos, oferecendo-lhes a privacidade necessária, evitando que suas próprias vergonhas e repressões afetem o início da vida sexual de suas crianças e desmistificando velhas crenças, como as que dizem que quem se masturba fica louco, epiléptico, esquizofrênico e com anormal crescimento de pêlos nas mãos.

É necessário enfatizar que a masturbação é um ensaio essencial para a realização sexual do adulto.

Deve-se sempre respeitar a crença religiosa das pessoas, mas também saber que a masturbação já foi considerada pecado, no que tange ao desperdício de sêmen (esperma), e que o ato sexual deveria visar, sempre e apenas, a reprodução.

SEXO É DESGASTANTE?

Algumas pessoas acreditam que quanto mais se faz sexo, menos sexo vai sobrar para as relações futuras. Mas o sexo não gasta, não! O que ocorre é que há uma variação na freqüência sexual de acordo com a idade da pessoa. O hormônio responsável pelo desejo sexual é a testosterona. A produção dessa substância diminui um pouco com o passar dos anos, além de o próprio corpo ficar mais fatigado com a idade. Então, não deve existir preocupação com o número de ejaculações ou orgasmos na juventude. Isso não vai privar ninguém de sexo após os 40 anos, com certeza.

O HOMEM SEMPRE DEVE ESTAR APTO E PRONTO PARA O SEXO?

Existem uma cobrança e uma exigência social que impõem ao homem uma postura de urgência ao sexo. Ele sempre deve “estar pronto” (no sentido de obrigação mesmo). Não seria essa uma carga muito grande sobre os ombros dele?

A verdade é que isso também é um mito. O homem nem sempre está disponível para o sexo. Existe uma variância, conforme a idade e as características individuais. Normalmente o jovem tem maior disposição para o sexo e mais apoio social que a jovem mulher, para procurar alívio sexual. Na puberdade, apresenta maior freqüência de atividade sexual e de masturbação se comparado à mulher da mesma idade. Tem o período refratário curto (espaço entre uma ereção e outra) e ansiedade constante em ejacular. No homem mais velho, o período refratário aumenta, assim como a saciedade (satisfação sexual plena após atividade sexual). Pela manhã, devido ao período do sono, há maior tendência a ereções. Mas ao longo do dia, o desejo pode variar sendo absolutamente normal um homem não apresentar desejo sexual algum. Só surgem problemas maiores se ele “encucar”.

Fonte: www.fiquelinda.com.br/sexo/

Colocação correta do preservativo

Ao colocar o preservativo, de modo a evitar possíveis rompimentos ou danos ao material, garantindo a eficácia do método contraceptivo, o usuário deve seguir uma seqüência de passos recomendada pelos fabricantes. Os passos mais importantes são:

1. Primeiramente, verificação da data de vencimento do preservativo na caixa ou na embalagem. Não se deve utilizá-lo se tal data já estiver expirada (eles podem parecer normais, mas se rompem mais facilmente).
2. A abertura da embalagem deve ser feita cuidadosamente em um de seus lados, evitando a abertura com dentes e unhas, o que poderia causar a ruptura do preservativo.
3. O usuário deve apertar levemente a extremidade (reservatório de sêmen) do preservativo para evitar o acúmulo de ar nesta região. As bolsas de ar podem romper um preservativo facilmente.
4. Deve-se verificar o lado correto do preservativo antes de desenrolá-lo. O preservativo deve ser colocado na ponta do pênis ereto. Há duas maneiras de colocá-lo, mas o preservativo se desenrola em somente uma delas.
5. O preservativo deve ser desenrolado sobre o pênis, até a base.
6. Antes de começar a relação sexual, é recomendável testar se o preservativo não está “folgado” no pênis.
7. Nunca se deve utilizar o mesmo preservativo mais de uma vez. Cada relação sexual necessita de um novo preservativo.
8. O preservativo deve ser retirado do pênis logo após a ejaculação. Segurar o preservativo enquanto retira o pênis da vagina ou anus evita vazamentos.

Fonte: www.wikipedia.org

Da revolução sexual aos dias de hoje

Podemos atribuir a Freud a “descoberta da sexualidade”: estudando queixas de suas pacientes histéricas, observou que a maioria delas apresentava evidentemente sua sexualidade comprometida. Aprofundando os estudos neste campo, um de seus discípulos dissidentes, Wilhelm Reich, conclui que a perturbação da genitalidade não seria um sintoma (como apontava a linha freudiana), mas o sintoma definidor das neuroses. Dava grande importância à livre expressão dos sentimentos sexuais nos relacionamentos, propondo como meta da terapia das perturbações psicológicas a libertação dos bloqueios do corpo.[3] Posteriores leituras de Reich nos anos 1960 deram força ao movimento hippie.

Alfred Kinsey, considerado o pai da sexologia, contribuiu para as pesquisas sobre a sexualidade humana com um conjunto de estudos que ficou conhecido como o Relatório Kinsey, trazendo ao meio acadêmico a insuspeitada diversidade do comportamento sexual da típica família branca de classe média dos anos 1950 (92% dos seus homens e 62% das suas mulheres se masturbava; 37% dos homens e 13% das mulheres já tinham tido uma relação homossexual que lhes tinha proporcionado um orgasmo.[4]

Masters e Johnson publicaram, na década de 1970, inovadores trabalhos descrevendo a resposta sexual humana[5] e doenças próprias da sexualidade.[6] Com os estudos de Helen Kaplan e cols., da Universidade de Cornell (EUA), surge uma visão muito clara e objetiva de uma nova psicoterapia do sexo (livros: A Nova Terapia do Sexo e O Desejo Sexual[7]).

Um dos resultados práticos destes estudos, que exemplifica esta nova abordagem sobre a sexualidade: a homossexualidade deixa de ser considerada uma doença pela Associação Americana de Psiquiatria (1973)[8] e OMS (1986).[9]‏

fonte: www.wikipedia.org

Perguntas mais frequentes (mulheres)

Fonte: http://www.sabermulher.com.br

- COMO FUNCIONA O CICLO MENSTRUAL?
O aparelho reprodutor feminino é controlado principalmente pelos hormônios sexuais – o estrogênio e a progesterona. Eles são fabricados pelos ovários.

Já nos ovários encontramos os folículos e aqui, os óvulos. Os folículos liberam cerca de 450 óvulos durante toda a vida reprodutiva da mulher. Um a cada ciclo menstrual.

Durante a relação sexual, milhões de espermatozóides são liberados e, rapidamente, direcionados para o útero até as trompas uterinas. Aqui, os espermatozóides se encontram com o óvulo maduro.

Se ocorrer a fecundação, o óvulo viaja para o útero e se aloja na sua parede interna. Esta já está preparada para receber e alimentar o embrião.

Ao ficar grávida, a camada interna do útero da mulher não se desprende e ela não menstrua. Não estando grávida, acontece exatamente o contrário: a camada interna do útero da mulher se desprende e causa sangramento. Um ciclo que ocorre, em média, a cada 28 dias. Chamamos este sangramento de menstruação.

O ciclo começa no primeiro dia da menstruação, quando alguns óvulos no ovário iniciam seu amadurecimento. Por ação dos estrogênios, a camada interna do útero cresce gradativamente.

Por volta do 14o ou 15o dia do ciclo, um dos óvulos alcança a maturidade. Ele é liberado do ovário e assim ocorre a ovulação.

Após a ovulação, o óvulo caminha pela trompa uterina e chega até o útero. Se ele não for fecundado por um espermatozóide, será eliminado.

Da ovulação até o final desse ciclo, além da produção de estrogênios há aumento da produção do hormônio progesterona que tem a função de preparar o útero para a gravidez.

Se ela não acontecer, a camada espessada do útero se desfaz e descama novamente. Nessa fase há baixos níveis de estrogênios e progestogênios. Assim começa um novo ciclo menstrual

- ESQUECI DE TOMAR A PÍLULA. E AGORA?
Se você ficar mais de um dia sem usar a pílula é prudente também adotar outro método preventivo (camisinha ou diafragma) até a próxima menstruação, mas não pare de tomar o contraceptivo.

Para não esquecer de tomar a pílula, tome sempre no mesmo horário. Mas, caso você esquecer de tomar uma pílula no horário habitual, tome assim que lembrar. E a pílula seguinte, no horário de costume, mesmo que você tenha que tomar duas pílulas num mesmo dia.

- NÃO MENSTRUAR PREJUDICA A SAÚDE?
O fato de não menstruar não implica em nenhum prejuízo para sua saúde. Certamente o principal benefício que você teria com esta terapia seria a melhora e até ausência das cólicas. Existem várias terapias para indução da amenorréia, inclusive o uso de anticoncepcional oral de forma contínua.

- EXISTE UMA PÍLULA QUE INDUZ A AMENORRÉIA?
Há um contraceptivo oral combinado (COC) que contém em sua formulação o etinilestradiol e o gestodeno. Esta pílula é destinada para uso contínuo com a finalidade de induzir amenorréia (suspensão da menstruação) propiciando os benefícios advindos desta terapia.

Como se trata de um COC, similar às demais pílulas convencionais, seus efeitos adversos são similares e compreendem principalmente cefaléia e sangramento irregular.

- PORQUE OCORRE SANGRAMENTO COM USO DE PÍLULA CONTÍNUA?
A pílula provoca alterações endometriais, que em algumas ocasiões leva a descamação endometrial, se manifestando por sangramento. Uma opção para evitar o sangramento é fazer uma pausa de sete dias para que esta descamação seja completa, e então, reiniciar outra cartela.

Vale lembrar, que a segurança contraceptiva está assegurada nesta situação. O principal efeito adverso com o uso do anticoncepcional de forma contínua é o sangramento irregular, que geralmente é bem tolerado e não causa inconvenientes ou riscos para a usuária.

O sangramento irregular é uma situação relativamente comum e ocorre com qualquer método hormonal utilizado de forma contínua. Geralmente este sangramento é escasso e autolimitado.

- FUMANTE PODE TOMAR PÍLULA?
A mulher tabagista e com mais de 35 anos é um fator que contra-indica o uso de pílulas combinadas (aquelas que apresentam estrogênio e progestogênio na sua formulação).

- POSSO ENGRAVIDAR NA PAUSA DE SETE DIAS?
Durante a pausa de sete dias do anticoncepcional não há qualquer possibilidade da mulher engravidar, uma vez que a ovulação foi bloqueada pelo uso da pílula. Atente para o fato de tomar a pílula sempre no mesmo horário e não esquecer de tomar nenhum comprimido, assim sua eficácia estará garantida.

- COMO CALCULO MEU CICLO MENSTRUAL?
Para se calcular o período fértil é necessário uma informação adicional, do tempo médio de duração do seu ciclo menstrual. Considera-se que o dia fértil ocorre aproximadamente 14 dias antes da data da menstruação esperada.

Tomando-se como exemplo a data que você refere como a última menstruação (17/03/2002) e considerando-se que seus ciclos duram em média 28 dias, o dia fértil seria 30/03/2002 (14 dias antes da data esperada para a próxima menstruação – 13/04/2002).

Lembre-se que para uma segurança maior considere três dias antes e 3 dias depois desta data, ou seja, do dia 27/03/2002 a 02/04/2002, este seria o seu “período fértil”.

- A PÍLULA AUMENTA AS MAMAS?
As mamas podem sofrer mudanças mesmo depois de atingida a idade adulta. Apesar da possibilidade de um certo aumento do volume mamário com o uso de pílulas anticoncepcionais, este efeito é transitório e não se indica pílulas com este propósito. A única maneira eficaz e indicada para aumento do volume das mamas é através de cirurgia plástica.

- A PÍLULA INTERFERE NA AMAMENTAÇÃO?
Durante a amamentação não é recomendado o uso de pílulas combinadas (aquelas que apresentam dois tipos de hormônios na sua composição). Durante a amamentação pode-se utilizar pílulas que apresentem apenas o componente progestogênico na sua fórmula.

- COMO POSSO DIMINUIR A DOR DURANTE RELAÇÃO?
Provavelmente a sensação de dor durante a relação (dispareunia), deve-se a uma questão de posição. Procure utilizar lubrificante vaginal se notar que não há lubrificação suficiente e tente uma posição que traga maior conforto. Outra dica procure esvaziar a bexiga antes e após as relações sexuais.

- POSSO BEBER ALCOOL USANDO A PÍLULA?
O uso de bebida alcoólica não interfere com a eficácia do anticoncepcional oral, portanto, desde que você tenha utilizado corretamente a pílula (sem esquecimento), não há motivo para preocupação.

- SINTO ARDOR APÓS A RELAÇÃO SEXUAL, ISSO É NORMAL?
O ardor vaginal após a relação sexual, não é normal. Deve estar ocorrendo algum processo inflamatório e/ou infeccioso da mucosa vaginal, originando este tipo de desconforto. Sugiro que você faça uma avaliação com seu ginecologista para solucionar este problema.

- É NORMAL TER CORRIMENTO APÓS TRANSA?
Durante o período de excitação sexual da mulher e durante o orgasmo ocorre aumento das secreções glandulares do epitélio de revestimento vaginal e cervical (colo do útero).

O “líquido branco” corresponde a estas secreções e é uma situação absolutamente normal.

Deve ser diferenciado das leucorréias (corrimento), que geralmente tem como característica uma coloração amarelada ou esverdeada, odor fétido e causam irritação vaginal (ardor e/ou prurido).

- É POSSÍVEL ENGRAVIDAR AOS 42 ANOS?
Aos 42 anos é possível a mulher engravidar, apesar da fertilidade ser menor nesta faixa etária. Quanto aos riscos da gravidez nesta idade, relacionam-se ao feto (> risco de malformações e S. de Down) e à mãe, devido às patologias clínicas que podem ocorrer com maior freqüência, como por exemplo, hipertensão arterial e diabetes gestacional.

- POSSO ENGRAVIDAR, MESMO TENDO OVÁRIOS POLICÍSTICOS?
Pacientes portadoras de síndrome dos ovários policísticos (SOP), podem apresentar uma dificuldade maior para engravidar devido à disfunção hormonal e anovulação. No entanto, algumas mulheres engravidam espontaneamente.

Pode-se, ainda, utilizar indutores da ovulação para o tratamento da SOP visando à gravidez.

- É NORMAL SENTIR ORGASMO SÓ NA MASTURBAÇÃO?
O fato é que muitas mulheres apresentam maior dificuldade e necessitam mais tempo para atingir o orgasmo com a penetração.

O clitóris, estrutura geralmente envolvida durante o ato de masturbação feminina, é um dos pontos mais sensíveis e erógenos da mulher, razão pela qual, você atinge mais facilmente o orgasmo com a estimulação desta região.

Talvez se você e seu parceiro investirem mais tempo nas “preliminares” e só então partirem para o coito, este problema poderá aos poucos ser superado.

- HÁ RISCO DE CONTAMINAÇÃO AO FAZER SEXO ANAL SEM CAMISINHA?
Sem dúvida alguma, existe risco para ambos os parceiros, no que diz respeito a infecções genitais, urinárias e doenças sexualmente transmissíveis. Sendo assim, nesta prática é especialmente recomendado o uso de preservativos.

Este texto foi retirado do site http://www.sabermulher.com.br/ com o objetivo de oferecer mais informação as pessoas com dúvidas.

Para mais informações acesse o site indicado e veja muito mais informações sobre sexo.

31 erros que os homens cometem na hora da transa

Como todos acreditam que a Déia aqui é conselheira amorosa, e senhora das dicas infalíveis para conquistar a pessoa amada, ou mesmo, para dizer o que falar na hora da paquera, resolvi juntar tudo e criar dicas interessantes.

Muitas meninas me mandam e-mail reclamando que na hora do sexo seus parceiros erram em umas coisinhas, resolvi juntar todos os depoimentos e fazer um post especialmente para os meninos que frequentam esse blog, ou mesmo, para os que vem em busca dePriscila Pires.

São dicas simples, fácil de lembrar na hora do bem-bom e que vai fazer a diferença com a mulherada.

Então meninos do meu coração tente evitar as seguintes coisinhas:

1 - Pular as preliminares: ir direto ao ponto às vezes incomoda a mulher, ou seja, doí se meter a mão no seco;

2 - Beijá-la com força e sem sensibilidade: paixão é sempre bom, mas vá com calma. Dentista é caro pra colocar um dente novo;

3 - Ser muito bruto ao tocar as zonas erógenas: o clitóris é muito mais complexo do que o pênis. Tem que ir devagar, bem devagar;

4 - Dizer “não” às carícias: o segundo maior órgão sexual da mulher, depois de sua mente, é a sua pele. Beije!

5 - Chupar seus mamilos como um bebê: é divertido, mas é legal antes explorar o caminho pela auréola e pelo resto do seio. Tem movimentos mais sensuais acredite. Na duvida peça pra ela fazer em você;

6 - Morder a orelha dela: pode parecer sexy, mas talvez ela não pense o mesmo. Dói. Geralmente os homens se excitam mais que as mulheres nessa região;

7 - O famoso “chupão” no pescoço: não recomendado para maiores de 16 anos. É feio;

8 - Transar sem fazer a barba: você pode se sentir atraente, mas pinica.

9 - Não se lavar antes do sexo: não precisa exagerar, mas higiene é fundamental. E cheirosinho é uma delícia;

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10 - Esquecer-se que seu corpo também gosta de ser tocado: não economize carícias. Você só tem a ganhar.

11 - Passar os dedos debaixo da roupa íntima dela antes de ela estar pronta: não seja tão ansioso, porque incomoda. E você tem grandes chances de ficar na mão, literalmente;

12 – Jogar a camisinha no chão: que falta de glamour. O lugar certo é o lixo.

13 - Ter o clitóris como primeira opção: não é recomendável esquecer-se das regiões próximas a ele. Por exemplo as costas;

14 - Parar justamente quando ela pede para não parar: está indo bem, ela está curtindo, continue… continue… não para! não para!

15 - Ser desajeitado ao despi-la: concentre-se e não deixe de beijá-la.

16 - Tirar a própria roupa de forma ridícula: lembre-se de que na sua frente há outra pessoa. Uma linha muito tênue separa o engraçado do patético. Não esqueça as meiaspelamordeus;

17 - Esperar que ela tenha depilado a virilha: você pode gostar muito, mas para ela pode incomodar e coçar.

18 - Colocar um dedo dentro da vagina antes do tempo certo: a impaciência nunca funciona e geralmente deixa a mulher de mal humor;

19 - Avançar sem perguntar: não é questão de acabar com o elemento surpresa, mas é preciso saber entender o que o olhar dela diz.

20 - Tentar insistentemente a penetração no escuro sem êxito: ela pode te ajudar, não tenha vergonha, mulheres adoram colocar a mão na “massa

 

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21 - Achar que ela vai ficar de quatro: essa posição pode fazê-la se sentir como um objeto sexual, tem que ter certa intimidade para ter tal previlégio;

22 - Ir com força: comece com suavidade, e o ritmo será definido entre os dois.

23 - Ejacular muito rápido: ela deve se satisfazer primeiro.

24 - Ejacular ou perder a ereção ao colocar o preservativo: o primeiro é raro e, o segundo, questão de prática;

25 - Não falar com ela depois: pergunte se ela gostou, mulheres adoram ouvir palavras doces depois do sexo;

26 - Não fazer sexo oral se ela pedir: não seja preguiçoso, pois é muito prazeroso para ela. Se não gosta do odor ou do sabor…exsite chocolate pra quê? use a imaginação;

27 - Tentar convencê-la a fazer sexo oral em você: é desagradável, respeite-a, se ela tiver com vontade meu filho acredite… vai cair de boca;

28 - Forçar a cabeça dela enquanto ela faz sexo oral, é querer levar um tapa;

29 - Segurar a cabeça dela também não vale: não é tão ruim quanto o item anterior, mas pode agoniá-la e a mesma correr quilômetros de você;

30 - Ejacular na sua boca sem perguntar: o sêmen não é um manjar.

31 – Nunca, Jamais coloque o dedo no fiofo da menina sem ela sabe ou querer, isso acaba com qualquer tesão.

E para finalizar: ninguém nasceu com o dom de ler pensamentos então vamos brincar de conversar, conversando acabamos descobrindo o que nosso parceiro gosta e assim podemos fazer-los felizes. Camisinha sempre!

Fonte: www.mundo-afora.com

 

Normal ou Anormal?

Considero como “normal” no comportamento sexual toda pratica que leve o outro ao prazer sem que cause dor ou danos…

Por exemplo: se você quer ter uma relação sexual com alguém, mas para ter prazer precisa ser amarrado e espancado, e se o seu(ua) parceiro(a) também quer fazer a mesma coisa junto com você, em comum acordo, então podemos dizer que os dois estão em comum acordo e consentimento tornando este ato sexual “autorizado” e com isso “normal”.

Agora, se você quer bater em seu(ua) parceiro(a), mas ela(e) não está gostando e você está usando de chantagens e ameaças que irão causar dores ao outro,ou seja, se você usar de artifícios para submeter o outro ao seu desejo, então podemos dizer que você está numa pratica sexual não saudável, e neste caso não poderia ser considerado “normal”.

Vamos a alguns exemplos:

Relações sexuais com pessoas mortas (Necrofilia)

Relações com animais (Zoofilia) – Devemos ver aspéctos culturais também, existem casos de várias pessoas vivendo em fazendas e grandes distâncias que realizam sua iniciação sexual com animais, e neste caso podemos considerar este comportamento, de certa forma normal.

Relações sob dominação de assédios (chantagens) – não há autorização e neste caso existe ameaças ou chantagens sendo realizadas.

Relações sexuais sem autorização (Estupros e violações)- o mesmo do anterior

Relações com crianças (pedofilia) o mesmo do anterior

Certamente que existe uma série de parâmetros para definir o Normal e Anormal, mas pretendo com este texto difundir apenas as informações relacionadas ao conceito de normal e anormal no campo do estudo da sexologia e não compará-los com conceitos morais religiosas ou condutas socialmente aceitas….

Normal seria então: Toda a relação em que o outro aceite, realizado de forma livre, que não cause danos a terceiros e esteja sob o domínio do prazer saudável de todos os participantes.

Todo o resto seria apenas conceitos sociais ou valores religiosos, que irão variar de cultura para cultura e de religião para religião.

Charles Rojtenberg

Psicólogo- Sexólogo 26/03/2006

www.sexologia.com.br

imagem by www.globo.com

Os Dez Mandamentos do prazer feminino

Êxtase, sensação de flutuar, perda de consciência… Esse tipo de orgasmo só existe nos filmes. O prazer sexual é algo que devemos buscar. Para isso, listamos as maiores dúvidas sobre sexualidade.

1. “Nunca tive um orgasmo”
Nosso prazer depende de nós mesmas, é algo que devemos buscar e é resultado do autoconhecimento e aprendizagem. Por isso, a masturbação pode ser uma boa forma de conhecer o corpo.

As possibilidades do corpo feminino são imensas. Não fique muito preocupada em chegar ao orgasmo, pois quanto mais relaxada estiver, mas fácil será obtê-lo. Também não faça do orgasmo o objetivo da relação sexual: aproveite cada momento.
2. Orgasmo vaginal e clitoriano
Todo o corpo da mulher é erógeno, ou seja, respondemos a carícias e podemos sentir prazer em qualquer parte do corpo. De fato, uma mulher pode ter um orgasmo por simples estimulação mental.

Muitas mulheres afirmam que só conseguem chegar ao orgasmo pela estimulação do clitóris ou da vagina. Mas isto não é uma regra. A maneira de sentir prazer varia de mulher para mulher e devemos explorar todas as áreas do corpo.
3. Como reconhecer um orgasmo
Cada mulher pode descrevê-lo de uma maneira diferente e são muitas as que não sabem que tiveram um ou não. Em geral, trata-se de uma sensação forte que se segue a um momento de grande excitação e que vem acompanhada de pequenas contrações na parede da vagina.

Depois disso, vem um momento de calma e uma breve sensação de saciedade. A mulher pode continuar aproveitando o sexo imediatamente e inclusive ter mais orgasmo ao longo da mesma relação sexual.
4. Fantasias sexuais
Todo mundo tem suas fantasias e sonhos eróticos, que não necessariamente quer pôr em prática, mas que ajudam a excitar e alimentar o desejo sexual.

Contar ou não ao parceiro é uma escolha pessoal. O importante é não se sentir culpada pelas fantasias. Mas se resolver contar, pode ser oportunidade para enriquecer o sexo e até reproduzir algumas delas…
5. Amo, mas não desejo
Uma mulher pode amar um homem e não sentir desejo sexual por ele e, ao mesmo tempo, pode se sentir atraída por um desconhecido. Erotismo e amor pertencem a esferas distintas.

Em muitos casos, o desejo pode ter desaparecido porque o parceiro já não a satifaz ou porque a relação caiu na rotina. Se for esta a situação, o melhor a fazer é conversar com ele.
6. Menstruação e gravidez
Manter ou não relações sexuais durante a menstruação depende de cada mulher (e do parceiro). Algumas se sentem incomodadas ou envergonhadas, enquanto outras têm até mais desejo durante este período.

Durante a gravidez, tudo depende de a mulher sentir desejo sexual, não ter problemas com a nova imagem do corpo ou não ter problemas físicos.

7. Sexo oral
Receber sexo oral é uma das maiores fontes de prazer da mulher. É preciso cuidado com a higiene, mas lembre que o homem se excita com o cheiro feminino.
8. Sexo anal
Em primeiro lugar, não faça se não quiser, apenas para agradar ao parceiro. Se quiser tentar, comece gradualmente, com pequenas carícias e use lubrificantes para facilitar a penetração.
9. Excesso de lubrificação
Algumas mulheres lubrificam muito durante a relação e, principalmente, durante o orgasmo. É perfeitamente normal e o líqüido é inócuo. Se sentir vergonha, converse com seu parceiro.
10. Sou uma boa amante?
Para saber se seu parceiro está sexualmente satisfeito, utilize a famosa intuição feminina. Veja como ele se sente, o que diz e faz. Seja receptiva e curiosa: incremente as brincadeiras com alimentos ou objetos, tente novas posições… E lembre que quanto mais você gostar, mais ele vai gostar.

Terra Espanha www.terra.com.br

 

O que são DST

As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) são doenças causadas por vários tipos de agentes. São transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de camisinha, com uma pessoa que esteja infectada e, geralmente, se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas.

Algumas DST são de fácil tratamento e de rápida resolução. Outras, contudo, têm tratamento mais difícil ou podem persistir ativas, apesar da sensação de melhora relatada por pacientes. As mulheres, em especial, devem ser bastante cuidadosas, já que, em diversos casos de DST, não é fácil distinguir os sintomas das reações orgânicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher consultas periódicas ao médico. Algumas DST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves e até a morte.

O tratamento tem como principal objetivo interromper a cadeia de transmissão da enfermidade. O atendimento e o tratamento de DST são gratuitos nos serviços de saúde do SUS.

As DST são o principal fator facilitador da transmissão sexual do vírus da aids, pois feridas nos órgãos genitais favorecem a entrada do HIV.

O uso de preservativos em todas as relações sexuais é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão, tanto das DST quanto do vírus da aids.

Outras formas de contágio
Algumas DST também podem ser transmitidas da mãe infectada para o bebê durante a gravidez ou durante o parto. Podem provocar, assim, a interrupção espontânea da gravidez ou causar graves lesões ao feto.

Outras DST podem também ser transmitidas por transfusão de sangue contaminado ou compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis.

Fonte: www.aids.gov.br

 

Top 10 Foras

Os 10 “Tocos” femininos mais freqüentes:

1. “Você é um irmão para mim.” (desiste, meu filho!!!!)
2. “Há uma pequena diferença de idade entre nós.”(se manca velhinho!!!!i)
3. “Eu não quero me envolver agora.” (só não saio com você!!!)
4. “Minha vida está muito complicada neste momento.” (não quero passar a noite com você, porque você irá ouvir os telefonemas”dos caras” com quem eu saio)
5. “Já tenho namorado.” (prefiro ficar com meu cachorro e um tablete de chocolate do que com você)
6. “Não saio com homens com os quais trabalho.” (eu não sairia com você nem que fosse o único no sistema solar)
7. “O problema não é você, sou eu.” (é você)
8. “Estou mais preocupada com minha carreira.” (mesmo algo enfadonho como meu trabalho é melhor do que sair com você)
9. “Estou fazendo abstinência.” (você é asqueroso!!!!)
10. “Vamos ser bons amigos.” (quero você por perto, para poder te contar detalhes insuportáveis sobre os outros caras com quem eu saio)

Os 10 “Tocos” masculinos mais freqüentes:

1. “Você é uma irmã para mim.” (você é feia)
2. “Há uma pequena diferença de idade entre nós.” (você é feia)
3. “Eu não quero me envolver agora.” (você é feia)
4. “Minha vida está muito complicada neste momento.” (você é feia)
5. “Já tenho namorada.” (você é feia)
6. “Eu não saio com mulheres com as quais trabalho.” (você é feia)
7. “O problema não é você, sou eu.” (você é feia)
8. “Estou mais preocupado com minha carreira.” (você é feia)
9. “Estou fazendo abstinência.” (você é muito feia)
10.”Vamos ser bons amigos.” (você é feia, mas é legal…)

Glossário da Sexualidade

(Fonte: Portal da Sexualidade)
Aborto Interrupção de gestação; pode ser provocado com finalidade de interromper a gravidez ou ser conseqüência de doenças maternas ou fetais (aborto espontâneo). _
Adolescência Período da vida entre 12 e 19 anos de idade, em que o indivíduo deixa a infância e caminha para a fase adulta.
Anorgasmia Ausência de orgasmo; o mesmo que disfunção orgásmica. Bloqueio da terceira fase do ciclo de resposta sexual (orgasmo), em que há retardo ou incapacidade de atingir o orgasmo, mesmo após excitação preliminar adequada pelo parceiro sexual.
Apetite sexual Compreende fantasias sexuais e desejo de ter atividade sexual. Também conhecido como desejo sexual, é a primeira fase do ciclo de resposta sexual.
Aversão sexual Transtorno do desejo sexual em que ocorre repulsa sexual extrema, persistente ou recorrente, com evitação do contato sexual.
Camisinha feminina Método anticoncepcional de barreira, inventado mais recentemente que a camisinha masculina. Impede o contato do esperma com o corpo da mulher e das secreções vaginais com o pênis do homem. Quando usada de forma correta é método seguro e eficaz para evitar a gravidez e DST (doenças sexualmente transmissíveis). Necessita, assim como a camisinha masculina, de ser devidamente colocada de acordo com as instruções da embalagem.
Camisinha masculina Método anticoncepcional de barreira que impede o contato do esperma com o corpo da mulher e o contato das secreções vaginais com o pênis do homem. Quando usada de forma correta é método seguro e eficaz para evitar gravidez e DST (doenças sexualmente transmissíveis). Necessita, assim como a camisinha feminina, ser devidamente colocada, de acordo com as instruções da embalagem.
Causa Aquilo ou aquele que faz que uma coisa exista (doença); aquilo ou aquele que determina um acontecimento; razão; motivo; origem.
Cefaléia pós-coital Disfunção sexual da quarta fase do ciclo de resposta sexual (resolução), em que ocorre dor de cabeça, após atividade satisfatória
Ciclo de resposta sexual Seqüência de eventos que ocorrem em uma relação sexual. Divide-se em quatro fases: desejo, excitação, orgasmo e resolução.
Climatério Fase de transição entre o período reprodutivo e o não-reprodutivo da mulher. Nessa fase, vão ocorrendo gradativas alterações físicas e endocrinológicas, até o cessamento completo das menstruações. Após a última menstruação, segue-se um processo de estabilização dos níveis hormonais, geralmente menores que o do período fértil.
Clismafilia Transtorno da preferência sexual, em que o prazer sexual é obtido através da utilização de enemas, durante o ato sexual.
Clitóris Órgão sexual feminino que faz parte da genitália externa. Assemelha-se em sua origem e constituição ao pênis do homem, tendo a função primária de órgão sensitivo.
Coito interrompido Método anticoncepcional comportamental que consiste na retirada do pênis do interior da vagina, antes da ejaculação. É pouco eficaz, pois normalmente há liberação, antes da ejaculação propriamente dita, de líquido seminal que contém espermatozóides. Impede a realização completa do ato sexual.
Coprofilia Transtorno da preferência sexual, em que o prazer sexual é obtido através de contato com as fezes do parceiro (a), durante o ato sexual. Por exemplo: defecar sobre o (a) parceiro (a).
Cunilingus Atividade sexual que consiste na estimulação da genitália feminina com o uso da boca e língua. Sexo oral.
Cura Ato ou efeito de curar(-se); restabelecimento da saúde; meio de debelar uma doença; tratamento; tratamento preventivo de saúde.
Desejo sexual hipoativo Transtorno do desejo sexual em que fantasias e desejos estão ausentes ou diminuídos, de forma persistente ou recorrente.
Diafragma Método anticoncepcional de barreira, utilizado pela mulher, impede que o esperma atinja o útero e promova a fecundação. É eficaz, porém necessita consulta ao ginecologista para sua utilização.
Disforia pós-coital Disfunção sexual da quarta fase do ciclo de resposta sexual (resolução), em que o indivíduo se torna deprimido, tenso, ansioso, irritável ou agitado, após atividade sexual satisfatória.
Disfunção erétil Disfunção sexual da segunda fase do ciclo de resposta sexual (excitação), quando ocorre dificuldade em obter ou manter uma ereção peniana suficiente para atividade sexual satisfatória.
Disfunção orgásmica O mesmo que anorgasmia. Disfunção sexual da terceira fase do ciclo de resposta sexual (orgasmo), em que há retardo ou incapacidade de atingir o orgasmo, mesmo após excitação preliminar adequada pelo parceiro sexual.
Disfunção sexual É a alteração em uma ou mais das fases do ciclo de resposta sexual. Manifesta-se por dor, desconforto, falta ou excesso de atividade sexual, comprometendo sobremaneira essa atividade.
Dispareunia Dor genital que se apresenta antes, durante ou depois do ato sexual, tanto no homem quanto na mulher.
Doença Denominação genérica de qualquer desvio do estado normal; conjunto de sinais e/ou sintomas que têm uma ou mais causas; moléstia.
Doenças sexualmente transmissíveis São doenças transmitidas através do sexo, mas não exclusivamente, podendo também se dar através do contato com sangue ou outros líquidos corporais contaminados. São exemplos de doenças sexualmente transmissíveis (DST): a AIDS (também chamada SIDA), a sífilis, a gonorréia,o herpes genital, o linfogranuloma venéreo, o cancro mole e a papilomatose.
Doente Que tem doença; enfermo; fraco; doentio; ser vivo acometido de doença.
Don-juanismo Transtorno da sexualidade masculina que resulta em conquista de várias mulheres (sem grande envolvimento afetivo), as quais são consideradas apenas como objetos sexuais.
Ejaculação Emissão de esperma pelo pênis durante a atividade sexual. Está normalmente associada ao orgasmo, porém ambos podem não ocorrer em conjunto.
Ejaculação dolorosa Transtorno da terceira fase do ciclo de resposta sexual (orgasmo), em que ocorre dor associada à ejaculação.
Ejaculação feminina Associada ao ponto G, ocorre devido a um orgasmo vaginal intenso, com liberação de fluído pela uretra (não é urina), de forma semelhante ao sexo masculino.
Ejaculação inibida Transtorno da terceira fase do ciclo de resposta sexual (orgasmo), em que a ejaculação não ocorre.
Ejaculação noturna Ocorre durante o sono, à noite, é geralmente associada a sonhos eróticos. Também conhecida por polução noturna.
Ejaculação precoce Transtorno da terceira fase do ciclo de resposta sexual (orgasmo), em que a ejaculação ocorre antes do tempo desejado, geralmente após estimulação sexual mínima. Pode ocorrer antes, durante ou logo após a penetração, de forma persistente ou recorrente e gera sofrimento pessoal significativo.
Ejaculação retardada Transtorno da terceira fase do ciclo de resposta sexual (orgasmo); a ejaculação ocorre além do tempo desejado, gerando sofrimento pessoal significativo.
Ereção matinal Enrijecimento peniano que ocorre pela manhã, com o despertar.
Ereção noturna Ereção peniana que ocorre durante o sono, à noite, mais especificamente durante a chamada fase REM do sono.
Ereção peniana É o aumento de volume, comprimento e turgidez do pênis durante a atividade sexual. Ocorre graças a fenômenos fisiológicos que promovem aumento do fluxo sangüíneo e da pressão intrapenianos.
Escatologia telefônica Transtorno da preferência sexual em que o prazer é obtido ao se dizer obscenidades pelo telefone.
Estupro Relação sexual com outra pessoa sem a concordância desta, em geral com uso de violência e/ou ameaça.
Etiologia Estudo sobre a origem das coisas; parte da medicina que trata da causa de cada doença.
Excitação sexual Sensação subjetiva de prazer sexual acompanhada de modificações fisiológicas (ereção peniana e lubrificação vaginal, por exemplo). É a segunda fase do ciclo de resposta sexual e pode durar de minutos a horas.
Exibicionismo Transtorno da preferência sexual, em que há exposição repetitiva dos genitais a um indivíduo estranho, em local público, sem intenção de maior proximidade ou contato corporal. A exposição dos genitais, por si só, gera excitação, que se completa com a reação de surpresa, medo ou aversão da vítima. Através da masturbação, associada à fantasia de que a vítima se perturbou, há o orgasmo.
Falta de desejo sexual Transtorno do desejo sexual em que fantasias e desejos estão ausentes ou diminuídos, de forma persistente ou recorrente, gerando sofrimento pessoal significativo.
Felação Atividade sexual que consiste na estimulação do pênis através da boca e da língua. Sexo oral.
Fetichismo Transtorno da preferência sexual em que ocorrem impulsos, fantasias ou atividades sexuais associados ao uso de objetos com ou sem significado sexual. Por exemplo: peças de vestuário, acessórios ou adornos. Interesse exclusivo por partes do corpo tais como seios, nádegas, cabelos e pés também pode ocorrer, recebendo o nome de parcialismo. Geralmente o objeto eleito (fetiche) é segurado, esfregado ou cheirado durante a atividade sexual (relação sexual ou masturbação). O indivíduo também pode pedir para que o parceiro ou parceira use o fetiche. É considerado transtorno quando há necessidade absoluta do fetiche para obtenção de prazer sexual.
Frigidez Transtorno do desejo sexual em que fantasias e desejos sexuais estão ausentes ou diminuídos, de forma persistente ou recorrente, gerando sofrimento pessoal significativo.
Frotteurismo Transtorno da preferência sexual em que o prazer sexual é obtido através do toque ou fricção dos genitais em outro indivíduo, sem o seu consentimento. Todas as fases do ciclo de resposta sexual podem ocorrer (desejo, excitação, orgasmo e resolução).
Genitália Órgãos sexuais primários.
Genitália feminina externa Monte de Vênus, grandes e pequenos lábios, clitoris e intróito vaginal.
Genitália masculina externa Pênis e saco escrotal
Gonorréia Doença sexualmente transmissível (DST), adquirida através do contato sexual com outra pessoa infectada. O agente infeccioso é uma bactéria gram negativa.
Grave Na acepção médica: algo doloroso, penoso; susceptível de conseqüências sérias, trágicas: doença grave.
Heterossexualidade Quando há atração sexual entre indivíduos do sexo oposto, ou seja, atração de um homem por uma mulher, ou de uma mulher por um homem.
Hímen Membrana que oclui parcialmente o intróito vaginal e que geralmente é rompida durante a primeira relação sexual. Associa-se ao conceito de virgindade feminina.
Homossexualidade Quando há atração sexual entre indivíduos do mesmo sexo, ou seja, atração de um homem por outro homem, ou de uma mulher por outra mulher. Quando aceita pelo próprio indivíduo não é considerada um transtorno sexual.
Homossexualidade ego-sintônica Quando o indivíduo não apresenta problemas em aceitar sua homossexualidade. Não é considerado um transtorno, mas orientação sexual.
Homossexualidade egodistônica Quando o indivíduo está desconfortável com sua orientação sexual (por pessoas do mesmo sexo). Neste caso é considerada um transtorno da sexualidade.
Incesto A atividade sexual realizada entre parentes de primeiro grau (por exemplo, pai e filha, irmão e irmã, etc.).
Infertilidade Incapacidade do homem ou da mulher para ter filhos.
Lesbianismo Homossexualidade feminina.
Masoquismo sexual Transtorno da preferência sexual, em que o indivíduo obtém prazer sexual exclusivamente por dor, humilhação, subserviência, flagelação, estrangulamento ou insultos durante a atividade sexual.
Masturbação Auto-estimulação para obtenção de prazer sexual e orgasmo, através de movimentos manuais. O mesmo que onanismo.
Menarca Primeira menstruação de uma mulher. Marca o início da puberdade e da fase fértil feminina.
Menopausa Período de vida da mulher após um ano sem ciclos menstruais. Indica o término do período fértil da mulher.
Menstruação Sangramento por via vaginal, em geral a cada 28 dias, com duração aproximada de 3 a 5 dias. Constitui-se na descamação do endotélio do útero, devida às mudanças cíclicas dos níveis hormonais na ausência de gravidez.
Necrofilia Transtorno da preferência sexual em que o prazer sexual é obtido ao se realizar sexo com um cadáver. Tem caráter exclusivo e repetitivo.
Ninfomania Transtorno da sexualidade feminina que envolve conquistas de vários homens, os quais são considerados apenas como objetos sexuais. É o impulso sexual excessivo feminino, portanto uma disfunção sexual.
Oralismo Transtorno da preferência sexual em que o prazer sexual é obtido exclusivamente através do contato oral com a genitália do (a) parceiro (a).
Orgasmo É o clímax da relação sexual, o ponto em que o prazer é máximo, manifestado através da liberação de toda a tensão sexual acumulada nas fases precedentes (desejo e excitação). Geralmente está associado à modificações corpóreas como, por exemplo, na mulher, contração da musculatura da vagina e elevação do útero, contração rítmica dos músculos pélvicos e do esfíncter anal, aumento da freqüência cardíaca e da pressão arterial. É a terceira fase do ciclo de resposta sexual.
Orgasmo clitoridiano Clímax da relação sexual da mulher, obtido através da estimulação do clitóris.
Orgasmo vaginal Clímax da relação sexual da mulher obtido através da estimulação intravaginal.
Paciente Na acepção filosófica significa o que sofre ou é objeto de uma ação; na acepção médica, pessoa que padece de uma doença; doente; pessoa que está sob cuidados médicos.
Parafilia Para = desvio; filia = atração. É um transtorno sexual caracterizado por fantasias, desejos e/ou práticas sexuais intensas e recorrentes, envolvendo situações sexuais diferentes da realizada com um ser humano, adulto e vivo, com finalidade de prazer e/ou procriação. É o mesmo que transtorno de preferência. Antes chamada perversão sexual. São exemplos: a necrofilia, a pedofilia, o voyeurismo, o exibicionismo e o sadomasoquismo.
Parcialismo Transtorno da preferência sexual em que o prazer é obtido exclusivamente por estimulação a alguma parte específica do corpo (tal como os pés, os cabelos, os seios, etc.) que não a genitália externa.
Patologia Ramo da medicina que se ocupa da natureza e das modificações estruturais e/ou funcionais produzidas por doença no organismo.
Pedofilia Transtorno da preferência sexual que consiste em fantasias, desejos ou práticas sexuais exclusivamente com crianças, geralmente pré-púberes. Para um indivíduo ser considerado pedófilo ele deve ter no mínimo 16 anos e ser pelo menos cinco anos mais velho que a vítima, com presença desses sintomas por pelo menos seis meses.
Penetração Introdução do pênis na vagina ou no ânus.
Período fértil É o período em que uma mulher ou um homem podem ter filhos. Para a mulher, este período está compreendido, aproximadamente, entre a primeira menstruação (menarca) e a última menstruação (menopausa). Para os homens, este período não é bem determinado, sendo que se mantêm férteis até idade bastante avançada.
Ponto G Região no terço inferior da parede anterior da vagina que, ao ser estimulada, promoveria orgasmo. Sua existência é controvertida.
Priapismo Ereção persistente e prolongada que leva à dor intensa. Está associado a algumas doenças (tumores e problemas sangüíneos, por exemplo) e, se não revertido em algumas horas, pode resultar em lesões às estruturas do pênis.
Promiscuidade sexual Relações sexuais com vários (as) parceiros (as) indiscriminadamente e geralmente sem envolvimento afetivo.
Prostituição Práticas sexuais remuneradas.
Relação sexual Prática de sexo envolvendo geralmente dois indivíduos, de sexos opostos ou não, cuja finalidade é o prazer e/ou a procriação. A relação sexual pode incluir penetração vaginal, anal, masturbação mútua, sexo oral, dentre outras práticas.
Relação sexual dolorosa Dor genital que se apresenta antes, durante ou depois do ato sexual, tanto no homem quanto na mulher.
Resolução Quarta e última fase do ciclo de resposta sexual, que se segue ao orgasmo. Geralmente acompanhada de uma sensação de bem estar e relaxamento geral. Para os homens, especialmente, significa um período de tempo variável, de acordo com a idade e com características individuais, em que uma nova relação sexual não pode ocorrer (período refratário).
Sadismo sexual Transtorno da preferência sexual em que a excitação e o prazer sexuais são obtidos através da imposição de dor (física ou moral), humilhação ou sofrimento ao parceiro sexual.
Sadomasoquismo Associação de sadismo e masoquismo sexuais, ou seja, o indivíduo obtém prazer tanto ao causar dor, humilhação ou sofrimento aos outros quanto ao receber o mesmo tratamento.
Satiríase Transtorno da sexualidade masculina que envolve conquistas de várias pessoas sem necessidade de grande envolvimento afetivo. As(os) parceiras(os) são consideradas(os) apenas como objetos sexuais.
Severo Rígido; rigoroso; inflexível; implacável; diferente de grave (na acepção médica).
Sexo anal Atividade sexual realizada através da penetração do pênis no ânus. O mesmo que sodomia.
Sexo oral Atividade sexual cuja estimulação genital é realizada com a boca e/ou língua. Inclui a felação e o cunilingus.
Sexo vaginal Atividade sexual realizada através da penetração do pênis na vagina.
Sexualidade normal Atividade sexual realizada com seres humanos, adultos e vivos com finalidade de prazer e/ou procriação.
Transexualismo Desejo de se tornar membro do sexo oposto, acompanhado de grande desconforto com o sexo que lhe foi determinado biologicamente. Esses indivíduos desejam e procuram realizar tratamentos, tais como utilizar hormônioterapia e cirurgia, para que seus corpos fiquem de acordo com o sexo ao qual se sentem identificados.
Transtorno da excitação sexual Transtorno sexual da segunda fase do ciclo de resposta sexual (excitação). Trata-se de incapacidade persistente ou recorrente em obter ou manter a lubrificação vaginal (no caso das mulheres) e a ereção do pênis (no caso dos homens) suficientes para se completar uma relação sexual satisfatória.
Transtornos da preferência sexual É um transtorno sexual caracterizado por fantasias, desejos e/ou práticas sexuais intensas e recorrentes, envolvendo parceiro(a) não humano, adulto e vivo, com finalidade de prazer e/ou procriação. São exemplos de transtornos da preferência sexual a necrofilia, a pedofilia, o voyeurismo, o exibicionismo e o sadomasoquismo. O mesmo que parafilia ou perversão sexual.
Transtornos de identidade sexual Identificação forte e persistente com o gênero oposto (masculino ou feminino) acompanhado de grande desconforto e inadequação em relação ao seu sexo biológico e ao papel social inerente a ele.
Transtornos do desejo sexual Disfunções sexuais da primeira fase do ciclo de resposta sexual (desejo). Podem ser caracterizados por excesso ou falta de desejo sexual, bem como por aversão sexual.
Transvestismo de duplo papel Transtorno de identidade sexual, caracterizado pelo uso de peças do vestuário do sexo oposto com o intuito de experimentar, temporariamente, como é pertencer ao sexo oposto. Não é acompanhado de excitação sexual (o que o distingue do transvestismo fetichista) nem de desejo de mudança de sexo (o que o difere do transexualismo).
Transvestismo fetichista Transtorno da preferência sexual que consiste no uso de peças de roupas do sexo oposto, de forma impulsiva e repetitiva. Acompanha-se de excitação sexual (o que o distingue do transvestismo de duplo papel). Não há desejo de mudança de sexo mas há necessidade de utilização dessas peças para que o indivíduo possa ter uma relação sexual.
Urofilia Transtorno da preferência sexual em que o prazer e a satisfação sexuais são obtidos exclusivamente através do contato com a urina do (a) parceiro (a). Por exemplo: urinar ou receber urina nas diversas partes do corpo, inclusive ingestão de urina.
Vaginismo Consiste em uma contração involuntária da musculatura do terço inferior da vagina, o que impede a introdução do pênis, do dedo ou de especulo (instrumento para exame ginecológico).
Virgindade Quando a pessoa ainda não teve relações sexuais completas (com penetração).
Voyeurismo Transtorno de preferência sexual em que o prazer sexual é obtido exclusivamente ao se observar pessoas, geralmente estranhas, em situações íntimas, tais como: tomando banho, despindo-se ou tendo relações sexuais. Não há desejo de maior proximidade ou contato físico e geralmente o indivíduo se masturba, enquanto observa.
Zoofilia Transtorno da preferência sexual em que o prazer sexual é obtido exclusivamente ao se realizar sexo com animais.

Referências Bibliográficas:
• (1) Abdo CHN. Sexualidade Humana e seus Transtornos 2aed. São Paulo: Lemos Editorial; 2000.
• (2) Sadock VA. Sexualidade Humana Normal e Disfunções Sexuais.In: Kaplan HI, Sadock BJ.
Tratado de Psiquiatria. 6a ed. Porto Alegre: Artes Médicas; 1999. p. 1406-33